Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Conselho discute redução de cesarianas em encontro da ANS

Publicado em: 21/02/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

O diretor do Conselho Federal de Medicina (CFM), Pedro Pablo Magalhães Chacel, participou, no dia 16 de fevereiro (quinta-feira), no Rio de Janeiro, do encontro da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para discutir sobre a redução de cesarianas na Saúde Suplementar.
A ANS propôs uma reflexão sobre os motivos e conseqüências que estão levando à produção de taxas tão elevadas de cesarianas no Brasil quando comparadas com o SUS e diversos outros países do mundo.

De acordo com Pablo Chacel, a atenção a um parto ocorre em momento imprevisível e tem assistência e duração de tempo variável, enquanto uma cesariana com hora marcada demora cerca de uma hora, o que permite marcar e executar duas ou três no mesmo período. “O que se tem observado no CFM são reclamações pelas cesarianas que deixaram de ser feitas ou tardiamente executadas. O que caracteriza uma cultura da cesariana por parte do usuário”.

Chacel explica que para o Conselho a solução possível para a diminuição da incidência de cesarianas é que os honorários para o atendimento dos partos normais sejam quatro vezes maiores do que os do parto cesáreo. “O CFM defende que em medicina tudo o que é desnecessário deve ser evitado”, completa. A ANS é uma administradora de serviços diretamente remunerados; assim tem que administrar os interesses do usuário que quer pagar menos por seu plano de saúde, o prestador de serviços que quer ser melhor remunerado e o agente financeiro que visa maiores lucros. “A visão comercial infelizmente é clara. Entre o Conselho e a medicina suplementar fica clara uma divergência de objetivos”, explica Chacel.

Para o conselheiro, a qualidade e conteúdo de uma assistência médica dependem do usuário. “A educação do povo e a reversão da tendência intervencionista através de ação direta junto à clientela certamente modificarão os dados atualmente existentes, levando a uma visão mais naturalista diante de atos biológicos”.

Dados mundiais
No Reino Unido, onde a medicina é socializada e a tendência da assistência é conservadora, a incidência de cesarianas chega a quase 22%. No resto do mundo os índices de cesáreas são incomparavelmente menores, entretanto vem sofrendo um aumento constante ao longo do tempo.
A menor incidência de cesarianas registradas no mundo é nos Países Baixos (14%), onde há uma cultura do parto domiciliar; enquanto na França e Reino Unido tem mais que dobrado em poucas décadas.

Em países da África Central, onde não há uma assistência médica suficiente, uma em pouco mais de vinte mulheres que chegam na idade fértil, morrerá por morte materna, isto é, durante a gestação, o parto ou o puerpério.

Da Assessoria de Imprensa do Cremepe.
Com Informações de Nathália Siqueira, da Assessoria de Imprensa do Conselho Federal de Medicina.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Recife sedia pela primeira vez Jornada Brasileira de...

Evento acontece dentro do Gastro Recife 2006 Em 25 de maio, Recife...

Leia Mais

Comissão elabora resolução sobre contracepção de emergência

Sob a coordenação do diretor do Conselho Federal de Medicina, Pedro Pablo...

Leia Mais

Ampare promove III Fórum

Começa hoje (19/05) no auditório Octávio de Freitas, na Associação Médica de...

Leia Mais

Hóteis barram turismo sexual

Trade toma decisão radical para combater o turismo sexual: hotéis não aceitam...

Leia Mais

Número 100 denuncia violência

Brasília – Entra em funcionamento amanhã o novo telefone do Disque-denúncia Nacional...

Leia Mais

Após o Sertão, caravana percorre o Agreste

Uma verdadeira missão humanitária deixa o Recife na próxima segunda-feira (22) com...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94