Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Greve da Anvisa prejudica produção de medicamentos

Publicado em: 19/04/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

A interrupção dos serviços dos servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está fazendo com que a matéria-prima de medicamento importado não seja liberada e também não seja utilizada em produção.

“Atingimos um ponto crítico. Deixamos de distribuir medicamentos para doenças importantes, como Alzheimer, esquizofrenia e para impedir a rejeição de órgãos transplantados”, diz o diretor corporativo da Novartis, Nelson Mussolini. O laboratório afirma que já deixou de distribuir medicamentos para o tratamento do mal de Alzheimer para as Secretaria Estaduais de Saúde de São Paulo, Pernambuco, Paraná e Ceará.

A empresa Boehringer já enfrenta problemas na produção. Segundo o diretor Felix Figols, a situação ainda é contornável. “Estamos com a produção em ritmo mais baixo que o normal. Mas assim que houver liberação da matéria-prima, concentraremos a produção para abastecer o mercado com produtos mais urgentes”, afirmou. A greve teve início com os servidores da agência, em fevereiro. O movimento ganhou corpo em março quando também pararam servidores de várias agências reguladoras.

As reivindicações passam por questões salariais. Os servidores da agência querem equiparação. “Há salários distintos: para funcionários cedidos para a agência, para funcionários transferidos e para concursados”, observa Edelvino Albuquerque da Silva, do comando de greve. Na semana passada o governo fez a primeira proposta de acordo, recusada pelos grevistas.

“Não há perspectivas de solução rápida”, admite Albuquerque da Silva. Albuquerque da Silva afirma que 30% dos funcionários estão trabalhando justamente para evitar desabastecimento. “Se houver qualquer ameaça, liberaremos a matéria-prima”, afirmou. O gerente da Anvisa, Paulo Ricardo Nunes, disse confiar na avaliação dos grevistas: “Eles sabem fazer tal controle. Por enquanto, não há desabastecimento para o consumidor. E se eles dizem que vão agir antes de que esse risco apareça, está dito”.

Em Recife – No Aeroporto Internacional do Recife, a greve interrompeu a vacinação de viajantes. Passageiros que têm viagem marcada para áreas de transmissão de doenças como a febre amarela estão sendo orientados a se vacinar em postos da prefeitura. Na Anvisa é feita apenas a troca do cartão de vacinação.

Em Pernambuco, segundo a coordenadora substituta de Vigilância Sanitária em Portos, Aeroportos e Fronteiras, Lígia Araújo, há cerca de 38 pedidos de liberação de carga no Aeroporto Internacional do Recife e no Porto de Suape. Segundo ela, os volumes relativos a material médico-hospitalar não estão retidos em função da greve e, sim, da não-apresentação de documentos.

Entre esses materiais estão agulhas, seringas, aparelhos ortopédicos e vitaminas. “A greve atinge 100% dos profissionais, mas serviços essenciais, como a liberação de material perecível e remédios está mantida”, esclareceu. As Secretarias de Saúde do Estado e do Recife informam que ainda não tiveram o abastecimento afetado.

Da Assessoria de Imprensa do Cremepe
Com Informações do Jornal do Commercio.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Comissão avalia condições de atendimento em hospitais

Integrantes da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores do Recife fizeram...

Leia Mais

Juazeiro abre 55 vagas para médico do PSF

A Secretaria de Saúde do muncípio de Juazeiro, na Bahia, vai realizar...

Leia Mais

Cremepe divulga nota de apoio à manifestação dos...

O presidente do Cremepe, Ricardo Paiva, encaminhou, na manhã desta quarta-feira (23.11)...

Leia Mais

Debates marcam a Jornada do Cremepe

Na foto: Marcos Winter, Ricardo Paiva, Lama Padma Santem e Jaime Amorim....

Leia Mais

Associação Médica promove debate

A Associação Médica de Pernambuco (antiga Sociedade de Medicina de Pernambuco) irá...

Leia Mais

Cremepe abre sindicância para apurar morte de bebê...

O departamento jurídico do Cremepe abriu, nesta quinta-feira (17) uma sindicância para...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94