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Captura de aves dá início a estudo da gripe aviária

Publicado em: 27/04/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Técnicos do Ministério da Agricultura começam hoje, na Coroa do Avião, em Itamaracá, serviço de coleta de material para análise

Uma equipe de 30 técnicos do Norte e Nordeste irá, hoje à tarde, até a Coroa do Avião, em Itamaracá, no Litoral Norte, para capturar aves que usam a ilhota como sítio migratório e coletar material para análise de gripe aviária. A missão, que só termina na madrugada de amanhã, faz parte do Curso de Vigilância em Doenças das Aves, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O local é uma dos destinos de pássaros que fogem do frio do inverno na América do Norte e, por isso, uma das portas de entrada no País da influenza aviária, doença causada pelo vírus H5N1, que pode causar a morte quando contraída pelo homem.

Segundo o pesquisador da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e orientador do curso Severino Mendes Júnior, a maior preocupação para impedir a chegada do vírus ao Brasil é a presença de aves oriundas do continente europeu. “Existe uma interseção entre as rotas usadas pelas aves até chegar aqui. Algumas vêm da América do Norte, passando pela Europa Ocidental, onde já há registro de casos do H5N1. O perigo está na transmissão da influenza para as aves de criadouros”, explicou ele. O pesquisador, porém, vê algumas razões para tranqüilizar a população. “Temos algumas barreira ecológicas que impedem essa contaminação, pois no País não há sítios migratórios próximos à criadouros de aves.”

CAPACITAÇÃO – Outro grupo de profissionais, desta vez ligados à Saúde, passou por um treinamento, ontem pela manhã, para conhecer os procedimentos de manejo de pacientes com suspeita de gripe aviária. A capacitação foi realizada pela Vigilância Sanitária do Estado para servidores do Hospital Oswaldo Cruz e técnicos do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). De acordo com o diretor da Vigilância Sanitária, Jaime Brito, o propósito foi orientar os profissionais para lidar com casos suspeitos da doença. “Antes do curso, não havia ninguém que pudesse identificar um paciente com os sintomas de gripe aviária. Agora, os técnicos já sabem como proceder, para onde encaminhar e qual o tratamento”, contou Brito.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com Informações do Jornal do Commercio.

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