Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

CFM defende a qualidade do ensino médico

Publicado em: 03/05/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados pretende realizar audiência pública para discutir as regras de validação de diplomas de curso superior obtidos no exterior. Ainda sem data marcada, a reunião foi proposta pela deputada Alice Portugal (PC do B-BA). A parlamentar considera urgente a necessidade de debater a questão. Atualmente, os diplomas são válidos depois que o profissional é aprovado por exames específicos em universidades públicas.

Segundo a deputada, as provas podem custar até R$ 13 mil e o índice de reprovação é alto. “O fim de impasses como a aceitação dos diplomas de medicina de Cuba já foi prometido por quatro ministros da Educação e agora tenta-se costurar um acordo com o governo cubano para adequar o currículo do curso às exigências brasileiras. Hoje, mais de 10 mil médicos esperam uma solução”, diz. Deverão participar da audiência o ministro da Educação, Fernando Haddad; a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff; o presidente do Conselho Federal de Medicina, Edson de Oliveira Andrade; e um representante da Associação de Pais e Estudantes Brasileiros Formados no Exterior.

Conselho é contra validação automática de diplomas

O Conselho Federal de Medicina não concorda com a validação automática, pois compreende que não podem ser adotados critérios diferenciados de acordo com o país que expede o diploma. O CFM defende que se estabeleça uma prova única a ser aplicada em todas universidades. “A prova é de extrema importância, porque faz um nivelamento com os ensinos brasileiros e estrangeiros”, defende o diretor do CFM e coordenador da Comissão de Ensino Médico, Genário Barbosa.

Genário explica que a convalidação é uma exigência legal, regulamentada pelo Decreto nº 44.045 em seu artigo 2º, parágrafo 1º. A convalidação é uma exigência mundial. No Canadá, por exemplo, após o aluno ser aprovado no exame é obrigado a estudar dois anos de Medicina no país, para que só depois tenha o título revalidado.

Hoje, estudantes formados no exterior devem fazer uma prova no Brasil. Já os médicos estrangeiros que atuam no Brasil, além da validação do diploma, devem fazer o teste de proficiência em língua portuguesa. “Essa procedência é exigida para que haja uma boa relação entre médicos e pacientes”. “O CFM defende a qualidade do ensino médico e a proteção da sociedade brasileira. Para que os médicos formados no estrangeiro não exerçam a má medicina no Brasil”.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações da Assessoria de Imprensa do Conselho Federal de Medicina.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Solenidade celebra 30 anos da Revista Bioética

“Pronta para novos desafios, para décadas de contribuições com a ciência e...

Leia Mais

Live “Ser mãe e médica: Quais os desafios?”

Na segunda quinzena de julho, o Conselho Regional de Medicina (Cremepe), irá...

Leia Mais

O encontro da medicina e da literatura

A medicina e a literatura ocasionalmente se encontram, seja nas obras artísticas-literárias...

Leia Mais

II Fórum Virtual de Pediatria do CFM

A segunda edição do Fórum Virtual de Pediatria do Conselho Federal de...

Leia Mais

Médicos terão fotografias expostas nas sedes do Cremepe

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) promove um concurso fotográfico...

Leia Mais

Certificado Digital Gratuito do CFM é tema de...

A experiência do CFM com a oferta do Certificado Digital gratuito para...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94