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Aos 150 anos, Freud é debatido em novos lançamentos

Publicado em: 10/05/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Lançamento de o livro negro da psicanálise e de o antilivro negro da psicanálise na França reacende debate sobre o legado de Freud, 150 anos depois de seu nascimento

por C. Lúcia M. Valladares de Oliveira

Lançado em setembro de 2005, em grande estilo e com muita publicidade, merecendo capa no semanário Le Nouvel Observateur, O livro negro da psicanálise: viver, pensar e ir melhor sem Freud, como seu título indica, provocou indignação imediata.

A começar por Elisabeth Roudinesco, que imediatamente redigiu sua “Anatomia de um “livro negro””, resenha que circulou em diversos sites e idiomas, inclusive o português. Em seguida, vieram as reações de Jacques Allain Miller, Roland Gori, J.-David Nasio e outros tantos intelectuais, políticos, analistas anônimos, assim como analisandos perplexos ante uma expressão de tanto ódio. A indignação foi tal que, nas semanas que se seguiram, seus autores se viram obrigados a partilhar a cena dos programas literários com os mais diferentes representantes do movimento psicanalítico local.

Resultado: com tiragem inicial de 7 mil exemplares, cinco dias depois o livro já estava em final de estoque, enquanto a editora se preparava para lançar outros 5 mil, totalizando mais de 30 mil cópias em livraria até o final de 2005, além da cessão de direitos para seis países. Um sucesso de vendas relativo, se considerarmos a repercussão e a difusão que obteve, com espaço no noticiário do horário nobre da televisão, cuja conseqüência foi a de precipitar as comemorações dos 150 anos do nascimento do fundador da disciplina, em 6 de maio.

Segundo a organizadora, Catherine Meyer, o livro, dividido em cinco partes que reagrupam artigos de 40 autores de dez nacionalidades, tem por ambição reunir “especialistas em estudos freudianos” para oferecer aos “não-iniciados elementos para um debate que atravesse nossa época”. E, em particular, questionar sobre o seu futuro.

Contudo, engana-se quem procura nele uma reflexão sobre a disciplina, um diálogo com os analistas ou ainda um confronto entre as teorias de Freud e as dos cognitivistas comportamentais que seus autores defendem. Trata-se claramente de promover uma campanha de denunciação, com o objetivo de desacreditar a psicanálise e colocar profissionais, chefes de escola e representantes de todas as correntes do movimento psicanalítico no banco dos réus: de Freud a Lacan, passando por Melanie Klein, Anna Freud, Bruno Bettelheim, Winnicott e Françoise Dolto.

Sua leitura é um desfile de ataques à disciplina que já conheceu tantos outros ao longo de sua existência: doutrina pansexualista, vienense, judaica; destruidora dos valores cristãos, da família ou ainda ciência burguesa, reacionária, conservadora – a lista é longa. Na realidade, não traz nada de inédito, nenhum arquivo novo, nenhuma nova “revelação” sensacionalista sobre a vida de Freud e de seus discípulos. Grande parte das mais de 800 páginas são artigos já publicados por historiadores da psicanálise da chamada corrente revisionista.

Surgida nos anos 80 e também conhecida como “The Freud wars”, essa vertente se reivindica herdeira dos trabalhos do historiador Henri Ellenberger, o autor de The discovery of the unconscious: the history and evolution of dynamic Psychiatry, publicada pela primeira vez nos Estados Unidos em 1970. Resultado de 20 anos de pesquisa em arquivos, deu início a toda uma revisão da história oficial do freudismo. Até então, essa historiografia se pautava pelo famoso modelo biográfico em três volumes, redigidos por Ernest Jones na década de 50, e era mantida pelos herdeiros na forma da lenda do mito fundador e na veneração ao pai, ao mesmo tempo que omitia e silenciava sobre todos os acontecimentos e personalidades que contrariavam essa imagem. Ellenberger, como assinala Roudinesco, responsável pelos seus arquivos, ainda que calcado num modelo evolutivo, foi o primeiro autor a introduzir o freudismo na longa história da descoberta do inconsciente e, dessa maneira, impulsionou toda uma historiografia erudita da psicanálise nos moldes e rigor acadêmicos.

Já esses autores, autonomeados revisionistas, reivindicam essa filiação mas adotam uma concepção totalmente diferente de Ellenberger.

Deturparam o sentido de sua obra para transformá-la em um empreendimento que visa “desmascarar” os mitos fundadores da disciplina que consideram um “embuste”, um “fiasco”.

A primeira parte do Livro negro dedica-se a demonstrar o quanto foram desastrosos os tratamentos efetuados por Freud que, além disso, não tinha nenhum escrúpulo em apresentá-los como um sucesso estrondoso, diz Hans Israels. Enquanto o filósofo Mikkel Borch-Jacobsen passa em revista todos os casos princeps dos Estudos sobre a histeria, assim como o caso Dora, o Pequeno Hans, o Homem dos Ratos e o Homem dos Lobos.

O mesmo tom se repete na entrevista concedida por Frank J. Sulloway, que retoma alguns dos principais aspectos de seu livro, Freud, biologist of the mind. Historiador das ciências e um dos principais expoentes dessa corrente revisionista, ele se dedica a revelar a essência biológica da psicanálise, faceta de Freud escondida pela história oficial.

Uma vez desvelada essa “face escondida”, a segunda parte é dedicada à análise da trajetória do freudismo na comunidade científica e artística. O leitor, então, é contemplado com um panorama do que chamam de “ascensão e queda da psicanálise no mundo ocidental”. Ficamos sabendo que, após ter conhecido um sucesso fulgurante na Europa e nos Estados Unidos, chegando a dominar o meio psiquiátrico nos anos 50, a psicanálise teria sofrido uma queda vertiginosa em todos os países na década de 90.

O sucesso pode ser imputado tanto ao processo de institucionalização rígido quanto ao seu método “fácil de ser praticado” e “ao alcance de qualquer pessoa que tenha terminado o curso secundário e lido alguns livros de psicanálise”. Porém, desprovida de “método científico e argumentação racional”, atualmente só estaria sobrevivendo em países atrasados, como a França e a Argentina e, assim, impedindo o desenvolvimento da psiquiatria nesses países.

Decididamente, poderíamos nos perguntar sobre os mais de 40 países em que o freudismo está implantado, expandindo-se inclusive no mundo árabe e islâmico, como Líbano e Marrocos, além da China, onde começa a dar seus primeiros passos. Porém, ignorando esses dados, os autores atribuem o sucesso da disciplina na França ao poder ditatorial que ela exerce sobre o mercado de trabalho e o mundo editorial, espaços hospitalares, departamentos de psicologia, imprensa e até mesmo o governo, como sustenta Patrick Légeron, que contrariando suas próprias afirmações, é psiquiatra do Hospital Sainte-Anne de Paris, e ex-presidente da Associação Francesa de Terapia Comportamental e Cognitivista (TCC).

Poderíamos perguntar: como ele conseguiu escapar a tal controle e assumir os postos que ocupa?

Na verdade, basta uma rápida leitura da ficha biográfica dos autores para constatar que muitos que se consideram “vítimas” do poderio psicanalítico são chefes de departamento de diversas universidades, de serviços psiquiátricos de diferentes centros hospitalares, e estão presentes no mercado editorial, além de assinarem estudos encomendados por órgãos governamentais.

Esse é particularmente o caso do psiquiatra Jean Cottraux. Diretor de uma unidade do Centro Hospitalar Universitário de Lyon, professor e fundador do programa de formação em TCC, Cottraux é um dos autores do polêmico relatório solicitado pelo Ministério da Saúde francês, em 2004, que, não por acaso, concluiu pela superioridade dessa clínica em face de outras práticas psicoterapêuticas. Ora, trata-se do documento publicado em meio ao debate sobre o projeto de legalização das psicoterapias em 2003, que mobilizou a comunidade psicanalítica local em favor da sua retirada. Documento que também está na origem da atual empreitada de destruição do freudismo na França, da qual este livro é a demonstração mais recente.

Não estamos, portanto, perante um esforço intelectual de reflexão “não sectária, pluridisciplinar, preocupada com o leitor e aberta à crítica”, como pretende Meyer. Ao contrário, estamos diante de uma cruzada de destruição da psicanálise e em favor das TCCs.

Uma cruzada que continua na terceira parte, dedicada a apontar os “impasses da doutrina”, que para eles não passa de uma “falsa ciência do psiquismo humano” e cujos enunciados e pressupostos escapam à demonstrabilidade. Para Frank Cioffi, a principal razão do seu pseudocientificismo reside na sua má-fé, na manipulação de dados e na própria mentira que sustenta esse saber. Entre outras, a descoberta do complexo de Édipo com base em falsas lembranças de sedução parental ou, então, nas curas jamais realizadas.

O interminável ajuste de contas não se esgota nas confissões de terapeutas, ex-analistas que, apesar de um dia terem caído na tentação da psicanálise, acabaram sendo salvos do perigo, obtendo a redenção por graça das terapias comportamentais. O cenário da diabolização continua na quarta parte, consagrada à história de pacientes vítimas da “incompetência” e dos “maus-tratos” de Freud e seus discípulos.

Historicamente, são retomados os casos dos discípulos “manipulados em nome da causa”, tais como o de Tausk, “suicidado por Freud”, ou então a própria Anna Freud, “aniquilada” pelo pai “violento”, “incestuoso”. Já na linha sucessória e repetindo os efeitos da publicação de Três ensaios sobre a teoria infantil, que valeu a Freud acusações de doutrina pansexualista em 1905, agora é a vez de Françoise Dolto. Uma das mais importantes clínicas de crianças, Dolto é acusada de ter “inventado a culpabilidade parental” e de ser responsável pela crise da família contemporânea. Com a cumplicidade da imprensa, ela teria divulgado teses que inviabilizaram a educação infantil e transmitiram uma “visão negativa das mães e de sua perversidade latente”.

O inventário das acusações acompanha uma série de depoimentos de ex-pacientes e sobretudo de familiares de pacientes autistas. Cabe ressaltar que, ainda que algumas dessas testemunhas sejam conhecidas por sua aversão à psicanálise, são pessoas que efetivamente passaram por experiências traumatizantes, marcadas por interpretações violentas, vividas como verdadeiras “sessões de tortura” e que resultaram em rupturas devastadoras. Testemunhos que reforçam ressentimentos ante uma escuta que não esteve à altura desses sofrimentos. Mas, a partir disso, servir-se de atuações de profissionais poucos escrupulosos ou incompetentes para julgar a profissão revela no mínimo total ausência de ética e sem dúvida atitude de má-fé.

Ora, esse livro é resultado da crença em um cientificismo capaz de responder à dinâmica do psiquismo humano, por meio de métodos terapêuticos com resultados rápidos, eficientes, mensuráveis e capazes de propiciar aos indivíduos alegria de viver. Como se o discurso da ciência fosse passaporte para uma suposta felicidade. Promessa, cabe lembrar, da qual Freud jamais foi signatário e cujo embuste Lacan nos mostrou no discurso da ciência erigido na religião.

Por que tanto ódio, tanta execração? É o que se pergunta Elisabeth Roudinesco, em um opúsculo publicado dois meses depois, com depoimentos do psicanalista e professor da Universidade de Aix-Marseille Roland Gori, dos políticos Jack Ralite e Jean Suer e do psiquiatra e professor Pierre Delion. Para essa autora, O livro negro se inscreve na longa história da detestação de Freud. Lembrando que ele sempre incomodou devido às suas teorias revolucionárias que varreram as certezas do sujeito que até então se acreditava dono da sua própria morada, ela afirma que essa atual investida testemunharia uma espécie de retorno do recalcado, cujos traços também estariam se delineando em outros debates do mesmo gênero neste começo de século.

Em meio à polêmica, foi lançado ainda no final de 2005 o trabalho da filósofa e escritora Catherine Clément, intitulado Pour Sigmund Freud. Um belíssimo livro, inteiramente ilustrado, em que a autora apresenta uma instigante leitura dos desejos, amizades, fraquezas e excessos daquele que considera “um gigante do pensamento contemporâneo”. Em seguida, coube a ela coordenar o dossiê Histoire de la psychanalyse à travers le monde, para a edição de janeiro da prestigiosa revista Le Magazine Littéraire. Não por acaso, além da geopolítica da psicanálise assinada por Roudinesco, uma série de pequenos artigos comentam o seu desenvolvimento na França, Estados Unidos, Bulgária, Brasil, Índia, no continente africano, e demonstram o vigor da expansão do freudismo.

Do ataque à defesa, desde então a disputa vem ganhando proporções extraordinárias. Os debates na imprensa e as publicações não cessam e têm ritmo impressionante. Começando por dois dos autores de O livro negro, Mikkel Borch-Jacobsen e Sonu Shandasan, que lançaram Le dossier Freud: enquête sur l”histoire de la psychanalyse (Les Empêcheurs de Penser en Rond). Já do lado dos analistas, Jacques-Alain Miller reagiu com L”Anti-livre noir de la psychanalyse (Seuil), que reúne artigos de 40 membros da école da cause freudienne, optando por um “ataque frontal” e irônico aos profissionais da TCC. Enquanto isso, Tobie Natan, preferindo tomar uma via intermediária, organizou um debate com dez psicoterapeutas intitulado “La guerre de psy: Manifeste pour une psychothérapie démocratique”.

Enfim, é em clima de guerra declarada envolvendo psicanalistas, adeptos da TCC e psicoterapeutas das mais diferentes tendências que ocorrem as comemorações do nascimento de Freud. Um cenário que confirma a tradição de uma disciplina que nesse país avança através de resistências e batalhas violentas.

Quanto a saber se ela continuará ou não a fazer parte do futuro, a questão permanece aberta. Renovar a clínica à escuta dos acontecimentos da contemporaneidade, dos novos sintomas colocados pelo social, sem se deixar cair na tentação de adaptar comportamentos e práticas, parece-me um caminho viável. Outro talvez seja reatar o diálogo com a psiquiatria, com o discurso da loucura, situando o da psicanálise entre a razão e a desrazão, que, como bem colocou Foucault, é o que faz dela uma disciplina autônoma.

Para conhecer mais
Le livre noir de la psychanalyse: vivre, penser et aller mieux sans Freud. Ed. por Catherine Meyer; artigos de Mikkel Borch-Jacobsen, Jean Cottraux, Didier Pleux, Jacques Van Rillaer et al. Les Arènes, 831 págs., 2005.

Pourquoi tant de haine? Anatomie du livre noir de la psychanalyse. Elisabeth Roudinesco. Navarin Editeur, 95 págs., 2005.

Dossier l”année Freud: histoire de la psychanalyse à travers le monde. Coord. por Catherine Clément, em Le Magazine Littéraire 499, págs. 28-61, 2006.

Pour Sigmund Freud. Catherine Clément. Éditions Mengès, 191 págs., 2005.

L”anti-livre noir de la psychanalyse. Coord. de Jacques-Alain Miller. Seuil, 288 págs., 2006.

Enquête sur l”histoire de la psychanalyse: Le dossier Freud. Mikkel Borch-Jacobsen e Sonu Shamdasani. Les Empêcheurs de Penser en Rond, 502 págs., 2006.

La guerre de psy: manifeste pour une psychothérapie démocratique. Tobie Nathan. Les Empêcheurs de Penser en Rond, no prelo.

O Autor
C. Lúcia M. Valladares de Oliveira, psicanalista, professora e pesquisadora do Laboratório de Psicopatologia Fundamental da PUC-SP, é autora de A história da psicanálise em São Paulo (São Paulo, Escuta/Fapesp, 2006).

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com informações da revista Viver Mente & Cérebro.

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