Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Agora, gravidade é que determina a ordem na fila de espera

Publicado em: 25/05/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Ministro vem a São Paulo assinar a portaria que vai regular a mudança; centros terão 30 dias para se adaptar

Amanhã, às 11 horas, começa a contagem regressiva para entrar em vigor a nova ordem na fila de espera para transplantes de fígado – em vez de cronológico, o critério passará a ser por gravidade, conforme adiantou o Estado em 23 de março do ano passado. A portaria que vai regular a mudança, amplamente discutida há mais de um ano por uma câmara técnica montada pelo governo, será assinada amanhã pelo Ministro da Saúde, Agenor Álvares, na Universidade Federal de São Paulo.

Depois da assinatura, as 23 centrais de transplantes brasileiras terão 30 dias para se adaptar. Significa que de 27 de junho em diante as 55 equipes médicas do País cadastradas no Sistema Nacional de Transplantes (SNT) serão obrigadas a mandar os resultados de exames de seus pacientes para as centrais estaduais. “Com os dados, o sistema é capaz de calcular automaticamente o grau de gravidade do paciente e recolocá-lo na fila”, diz Roberto Schlindwein, coordenador do SNT.

As informações enviadas pelas equipes são resultado do exame de sangue chamado Model for End-Stage Liver Disease (Meld), que avalia os níveis de creatinina, bilirrubina e INR (coagulação do sangue) e, com isso, prevê as chances de mortalidade do paciente nos próximos três meses. “Quem está na fila, já faz regularmente o exame. A diferença agora é que ele será usado para identificar os casos mais graves”, diz Schlindwein.

Com a mudança, os pacientes passarão a ter, em vez de um número na fila, o número do Meld. O teste tem uma escala de gravidade de 6 a 40. Quanto maior o número, mais grave é o caso. “A partir de 15, o paciente precisa de transplante”, conta Schlindwein. “Abaixo disso, a indicação já não é tão efetiva.” Das 7.005 pessoas à espera de um transplante de fígado no País, 61% têm índices abaixo de 15. Ou seja, não precisariam efetivamente de transplante. Casos graves, de 16 a 39, corresponde a 38%. Com 40, a 1%.

E mais: de acordo com a Associação Brasileira dos Transplantados de Fígado e Portadores de Doença Hepáticas (Transpática), dos que morrem à espera de um fígado, 43% não ficaram nem seis meses na fila. “A porcentagem indica que casos graves não chegam a ser operados. Muita gente pode estar hoje na fila para reservar lugar, caso um dia precise”, analisa Sidnei Moura Nehme, fundador e conselheiro da Transpática.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações do Estado de São Paulo.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Prefeito sanciona lei Compêndio de bula

O prefeito do Recife João Paulo sancionou o Projeto de Lei de...

Leia Mais

Congresso abre inscrições para outras especialidades

O XXVIII Congresso da Comissão Americana de Urologia, que acontece em Pernambuco...

Leia Mais

Fórum realiza palestra sobre alta da luz

As entidades engajadas no Fórum de Defesa da Cidadania, entre elas o...

Leia Mais

Barão de Lucena reabre serviço

O Hospital Barão de Lucena passa a oferecer normalmente, a partir de...

Leia Mais

Ambulatórios e postos do INSS fecham por três...

Os pacientes que marcaram consultas para esta terça-feira nos ambulatórios de quatro...

Leia Mais

Comer mal é tão prejudicial à saúde quanto...

AMSTERDÃ (Reuters) – Manter uma dieta que não seja rica em peixes,...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94