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Gripe aviária em debate amanhã

Publicado em: 29/06/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

A Academia Mineira de Medicina promove, nesta quinta-feira (29/06), às 20h, um debate sobre gripe aviária, doença que já infectou 228 pessoas em dez países e deixou em alerta especialistas de todo o mundo. A mesa-redonda será coordenada pelo infectologista Naftale Katz, titular da cadeira nº 78 da Academia e pesquisador do Centro de Pesquisas René Rachou, e contará com a participação do diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica de Brasília (DF), Expedito José de Albuquerque Luna, e dos professores Maurício Resende e Paulo César Peregrino Ferreira, do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais.

O objetivo do evento é debater estratégias de prevenção e formas de controle da gripe aviária, que já dizimou milhões de aves na Ásia e Europa, matou 130 pessoas em todo o mundo e pode se transformar em uma pandemia. No último dia 22 de junho, pela primeira vez, a Organização Mundial de Saúde (OMS) relatou um caso de transmissão direta do vírus H5N1 entre humanos, na ilha de Sumatra, na Indonésia. Até então, as vítimas haviam contraído a gripe aviária através de contato com aves doentes. A mutação do vírus é o maior temor dos cientistas. “Para os brasileiros, o risco imediato é pequeno, mas temos que nos precaver. Os Estados Unidos já investiram US$ 8 bilhões na prevenção da doença. E o Brasil?”, questiona Naftale Katz.

Segundo o médico, o País não está preparado para enfrentar a gripe aviária e corre o risco de enfrentar problemas tanto na área de saúde pública, como na economia. De acordo com o Ministério da Agricultura, a avicultura brasileira movimenta anualmente US$ 10 bilhões, emprega dois milhões de pessoas direta e indiretamente e é responsável por cerca de 6% do Produto Interno Bruto Agropecuário. “Precisamos cobrar medidas de prevenção adequadas das autoridades”, alerta Katz.

A gripe aviária é uma doença contagiosa, causada por uma variação do vírus influenza. Existem vários subtipos desse vírus: o H5N1 é o que já infectou seres humanos. Os principais sintomas da doença no homem são: febre, cefaléia, dores no corpo e mal-estar súbito. O vírus provoca infecção pulmonar, falência dos rins e inflamação do fígado, podendo levar à morte. O tratamento é feito à base de antivirais, mas só é eficaz quando iniciado nas primeiras 48 horas após a manifestação dos primeiros sintomas. O oseltamivir (princípio ativo do principal medicamento contra a gripe aviária), no entanto, não é recomendável para menores de 13 anos. Quem for viajar, especialmente para países asiáticos, deve evitar mercados de aves, feiras de animais, fazendas ou parques em áreas contaminadas. Além disso, deve sempre consumir aves e seus derivados bem cozidos (mínimo de 70ºC). Mais informações sobre o debate sobre gripe aviária na Academia Mineira de Medicina, pelos telefones (31) 3273 3287 ou (31) 3247 1606. O evento conta com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais.

SERVIÇO:
Mesa-redonda sobre gripe aviária
Dia 29/06, quinta-feira, 20h às 22h
Local: Associação Médica de Minas Gerais. Av. João Pinheiro, 161, Centro. BH
Aberto ao público. Entrada franca.
Informações: (31) 3273 3287 ou 3247 1606.

Da Assesoria de Comunicação do Cremepe.
Com informações da Associação Médica de Minas Gerais.

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