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Ação investiga saúde pública no Sertão Pernambucano

Publicado em: 06/07/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Na próxima segunda-feira (10), a população dos municípios de Flores e Calumbi, no Sertão, cobrará dos governos municipais e estadual mais atenção à saúde da mulher. A ação, que se repetirá em outros municípios da maior região pernambucana, tem como objetivo fazer uma radiografia do atendimento básico à saúde e cobrar a efetivação dos Planos Municipais de Saúde. As deficiências apontadas pelas mulheres destas localidades vão desde o reduzido número de vagas para exames de prevenção ao Câncer do Colo do Útero (em média, menos de 20% das mulheres que deveriam realizá-lo) e de mama (em alguns casos, como Santa Cruz, apenas 4 fichas por mês) ao desaparelhamento das unidades de saúde (ver dados abaixo).

A audiência que acontecerá à tarde, reunirá membros e representantes do Ministério Público, os gestores de Calumbi e Flores, a 11ª Gerência Regional de Saúde, Comitê Estadual de Estudos da Mortalidade Materna, o Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Sertão Central e a Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos. “No sertão central, mais de 60% da população é de pessoas do sexo feminino. Segundo dados do Ministério da Saúde, elas se internam duas vezes mais do que os homens, mas o atendimento é extremamente precário. Queremos que as prefeituras expliquem as dificuldades e estipulem prazos para resolvê-las. A gestão deve estar a serviço da população”, afirma Gigi Bandler, da coordenação regional da Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos.

Na lista dos problemas e deficiências estão: vários postos de saúde fechados, a falta de transparência na utilização dos recursos públicos destinados a esta área e a pequena cobertura do Programa Saúde da Família. “Na área rural de Serra Talhada, por exemplo, um médico, que visita quinzenalmente a localidade, atende apenas 16 pacientes. Estes municípios precisam apresentar um tratamento diferenciado com o povo e este, por sua vez, exercitar o seu direito a informação”, diz Bandler.

DADOS DA SAÚDE NO SERTÃO CENTRAL
Informações repassadas pelos respectivos municípios ao Ministério da Saúde

Flores
– Mais de 20.000 hab/ 61% da população é rural.
– Recebe mais de R$ 90.000 para sua atenção básica
– Contrariamente aos outros municípios, não recebe nada para Epidemiologia.
– Diz ter em 2004, 87% de cobertura do Programa de Saúde da Família. Em 2005, pactuou exatamente o mesmo.
– A cobertura de exames de Prevenção de Câncer de Colo do Útero é de apenas 7% em 2004. Em 2005, repetiram este número (O básico seria 33%). al a proporção para zona rural?
Calumbi
– Mais de 7.000 hab/ 73% da população é rural.
– Recebe mais de R$26.000 para sua atenção básica.
– Em 2004 a cobertura pelo Programa de Saúde da Família era de 55,75%. Em 2005, não houve ampliação.
– A cobertura de exames de Prevenção de Câncer de Colo do Útero, apenas 8%, em 2004. Em 2005, pacturam 10%.
– Por ser um pequeno município, não receberam insumos contraceptivos do Ministério da Saúde.

Serra Talhada
– Possui mais de 70.000 hab/30% da população é rural.
– Recebe mais de R$ 175.000 para sua atenção básica.
– A cobertura pelo Programa de Saúde da Família era de 34% em 2004. Foi pactuada 36% em 2005. Nenhum PSF para zona rural.
– A cobertura de exames de prevenção de Câncer de Colo do Útero, em 2004, foi de 17%. Em 2005, diminuiu para 10%.
– Em 2004, se investigou apenas 20% das mortes maternas, e o município recebe R$ 15.000 por mês para sua Epidemiologia

Custódia
– Aproximadamente 30.000 hab/ 44% da população é rural.
– Recebe mais de R$100.000 por mês para sua atenção básica.
– O Programa Saúde da Família atende apenas 27% da população.
– Em 2004, a cobertura de prevenção de Câncer do Colo do Útero foi de apenas 13%. Em 2005, pactuaram 22%.

Santa Cruz
– Aproximadamente 10.000 hab/ 60% da população é rural.
– Recebe mais de R$ 45.000 p/mês para sua atenção básica.
– Pactuou para 2005, 100% de cobertura para o Programa de Saúde da Família.
– A cobertura de prevenção de Câncer do Colo do Útero foi de 33%.
– 21% das gestantes tem 20 anos.

Salgueiro
– Mais de 50.000 hab/ 23% da população é rural.
– Recebe mais R$ 159.000 por mês para sua atenção básica.
– A cobertura do Programa de Saúde da Família foi ampliada em 2005 para 72% (em 2004, 66,39%)
– A cobertura dos exames de Prevenção de Câncer de Colo do Útero, em 2004, foi apenas 6%. Em 2005, pactuaram o básico: 33%.

Mirandiba
– Mais de 12.500 hab/ 51% da população é rural.
– Recebe R$ 53.000 para sua atenção básica.
– Pactuaram aumentar a cobertura do Programa Saúde da Família para 70% em 2005 (em 2004, 67,12%).
– Em 2005, pactuaram 33% de cobertura dos exames de Prevenção de Câncer de Colo do Útero, que é o básico.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com informações da Assessoria de Imprensa do Fórum de Mulheres de Pernambuco.

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