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Saúde coletou 1 milhão de ovos

Publicado em: 20/07/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Inspeções feitas este ano pela Vigilância Ambiental do Recife também detectaram criadouros do Aedes aegypti. Em um único imóvel havia 14

Mais de um milhão de ovos da muriçoca Aedes aegypti, transmissora da dengue, foram coletados este ano no Recife em inspeções da Secretaria Municipal de Saúde. A bióloga Sinara Batista, coordenadora do Programa de Saúde Ambiental, informou ontem que já encontrou num único imóvel 14 criadouros do mosquito. Evitar a reprodução do Aedes é a arma para conter o atual aumento de casos da doença e evitar epidemias como a de 2002. E a Vigilância está convocando os moradores da cidade a participar da luta.

“A população precisa ficar atenta para eliminar os focos do mosquito em casa”, disse ontem Sinara, durante visita ao bairro da Cabanga, próximo ao Centro do Recife. Na localidade foram colocadas armadilhas para coleta de ovos do mosquito da dengue. Em 33 outros pontos estratégicos, a Vigilância Ambiental do Recife recolheu recentemente 230 mil ovos do Aedes. A remoção é feita para pesquisa e controle da população de mosquitos.

Recife tem condições ambientais propícias à proliferação de muriçocas – é quente, tem alagamentos e enfrenta racionamento d’água. Segundo os sanitaristas, a situação é reforçada por descuidos domésticos. Ao adoecimento de uma pessoa da família, deve-se redobrar a vistoria em casa, em busca de possíveis focos do mosquito. “Os criadouros precisam ser eliminados”, recomenda Sinara Batista. Ela sugere que o doente, no período febril, seja protegido por um mosquiteiro. É uma forma de evitar que as muriçocas tenham contato com o sangue do doente e repassem o vírus a outras pessoas.

No fim da próxima semana deve ocorrer uma reunião entre representantes das Secretarias Municipais de Saúde da Região Metropolitana do Recife e Secretaria de Saúde do Estado. O objetivo é integrar as ações para que o combate ao mosquito seja regionalizado. “Não adianta trabalhar só num plano municipal”, explica Sinara Batista. A proposta da ação conjunta foi definida numa reunião com o consultor do Ministério da Saúde para controle da dengue no Estado.

O Conselho Regional de Medicina vai encaminhar uma carta aos médicos, nos próximos dias, chamando a atenção para a importância da comunicação de casos de dengue às vigilâncias epidemiológicas e informando sobre a conduta no tratamento dos doentes. Um debate sobre a doença, no programa de TV que o conselho produz semanalmente, também está sendo organizado. Carlos Vital, presidente da entidade, defendeu maior sinergia entre as Vigilâncias Epidemiológicas do Estado e da capital.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações do Jornal do Commercio.

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