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DENGUE - CONDUTA NO ATENDIMENTO

Publicado em: 21/07/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Pernambuco, em 2002, vivenciou sua maior epidemia de dengue onde apresentou 96.821 casos confirmados da forma clássica. Em 2003 e 2004 houve redução de 85,34% e 85,64%, comparando-se aos anos de 2002 e 2003, respectivamente. Já em 2005, houve uma aumento dos casos (143,92%) de dengue clássica, com 21casos de febre hemorrágica do dengue (FHD) e dois óbitos. Neste ano (até junho de 2006), há um aumento dos casos confirmados em 65,91%, sendo confirmados 8 casos de FHD e um óbito. No período (2002 a 2006), têm sido isolados simultaneamente os soropositivos DEN-1, DEN-2 e DEN-3, e com uma possível entrada do vírus DEN-4 que pode ocorrer a qualquer momento, elevando ainda mais a suscetibilidade da população e as chances de ocorrência de casos graves da dengue (Dengue com Complicações, FHD e Óbitos).

A identificação precoce dos casos de dengue é de fundamental importância para adoção de medidas corretas e o acompanhmento desses casos permite o reconhecimento das formas potecilmente graves, para as quais é crucial a instituição de tratamento oportuno.

Pelos motivos expostos, preconiza-se adoção de Protocolo de Condutas frente a todo paciente com suspeita de dengue. Nele, propõe-se conhecer os sinais e sintomas clínicos e laboratoriais e condições associadas indicativas da gravidade , com o obejtivo de orientar a conduta terapêutica adequeda, de acorodo com a situação. As manifestações clínicas iniciais da FHD são as mesmas descritas para dengue clássica, até que ocorra a lise da febre, entre o 3º e 7º dia, quando a síndrome se instala. As manisfestações hemorrágicas variam desde prova do laço positiva até fenômenos mais graves como hematêmese, melena e outros.

Critérios para confirmar caso de FHD:

Febre ou história de febre recente, com duração de 07 dias ou menos;
Trobocitopenia (<100.00 mm3 );
Tendências hemorrágicas evidenciadas por: prova do laço positiva, petéquias, esquimoses ou púpuras e sangramentos de mucosas do trato gastrointestinal e outros;
Extravazamento de plasma, devidoao aumento da permeabilidade capilar, manifesto por aumento de 20% do valor basal (valor do hematócrito anterior à doença) ou valores superiores a 45% em crianças, 48% em mulheres e 54% em homens, ou queda do hematócrito em 20% após o tratamento ou presença de derrame pleural, ascite e trombocitopenia.

Todo caso suspeito de dengue deve ser notificado à vigilância epidemiológica do município, a quem compete realizar a insvestigação e encerramento dos casos oportunamente. Porém, os casos graves (Dengue com Complicações, FHD e Óbitos) deverão, também, ser notificados IMEDIATAMENTE para a Secretaria Estadual de Saúde.

Ao acompanhar um paciente suspeito, os profissionais envolvidos devem atentar para o aparecimento dos conhecimentos sinais de alerta que indicam a possibilidade de gravidade do quadro clínico, que são:

a) Dor abdominal intensa e contínua;
b) Vômitos persistentes;
c) Hipotensão postural;
d) Hipotensão arteiral;
e) Pressão deferencial <20 mmHg (PA convergente);
f) Hepatomegalia dolorosa;
g) Hemorragias importantes;
h) Extremidades frias, cianose;
i) Pulso rápido e fino;
j) Agitação e/ou letargia;
k) Diminuição da diurese;
l) Diminuição repentina da temperatura copórea ou hipotermia;
m) Aumento repentino do hematócrito.

Atenção: Todo paciente com dengue deve ser orientado sobre a possibilidade de aparecimento dos sinais de alerta e a procurarimediatamente médico no caso de apresentá-los.

Salientamos ainda que na história clínica, deve-se detalhar a cronologia dos sinais, sintomas, caracterização da curva febril, registros epidemiológicos de casos semelhantes no local de moradia e trabalho e de deslocamento nos últimos 15 (quinze) dias, doenças crônicas associadas e uso de medicamentos, sobretudo antiagregantes, anticoagulantes e antiinflamatórios.

No exame físico geral:

a) aferir a PA em duas posições (sentado e em pé).;
b) pulso;
c) temperatura;
d) ritmo respiratório;
e) hidratação.

Ao proceder o exame físico específico deve-se verificar manifestações hemorrágicas, derrame pleural, derrame pericárdio, hepatomegalia, nível de consciência e sinais de irritação meníngea. Para concluir, executa-se a prova do laço, que consiste em inflar o manguito do trasiômetro na pressão média entre a pressão arterial máxima e mínima do paciente, mantendo-se a pressão exercita nesse ponto por 05 minutos (adultos) e 03 minutos (crianças). O teste é considerado positivo quando aparecem 20 ou mais patéquias (adultos) e 10 ou mais patéquias (criança) no local pressionado ou abaixo em uma área de 2,5 cm. A comprovação laboratorial é orientada pela situação epidemiológica:

Exames específicos:
Em período não epidêmico solicitar sorologia de todos os casos suspeitos;
Em períodos epidêmicos solicitar o exame de acordo com a orientação da vigilância em saúde;
Em casos suspeitos de FHD independentemente da situação epidemiológica, solicitar sorologia e/ou isolamento viral;

Exames inespecíficos:
Solicitar em todos os casos suspeitos com manisfestações hemorrágicas e em pacientes idosos (>65 anos), gestantes, hipertensos, diabete melito, DPOC e portadores de doenças hematológicas crônicas e auto-imunes, exames inespecícos como hemotócrito, leucograma, hemoglobina e plaquetas.

Observações:
A sorologia para a Dengue (IMG) só deve ser solicitada após o 7º dia de doença e de preferência a partir do 10º dia.

Da Secretaria Estadual de Saúde.

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