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Recife freia aumento de casos de dengue

Publicado em: 10/08/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Os registros de novos casos de dengue no Recife começam a dar sinais de queda. Se comparados com o boletim epidemiológico anterior, os números divulgados ontem pela Prefeitura demonstram uma desaceleração na velocidade de novas transmissões e a tendência de estabilização da doença. Diante de uma situação que vinha sendo considerada como de risco para uma nova epidemia, a notícia foi recebida com alívio pela Vigilância Epidemiológica.

Segundo a gerente de epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde, Adeílza Ferraz, os 62 casos notificados na quarta-feira da semana passada e ontem, se comparados com os 167 da semana anterior, revelam uma decaída na situação epidemiológica no Recife. Os novos registros representam um aumento de 13% nos números da semana anterior, quando eram contabilizadas 471 confirmações da doença. Hoje, a cidade tem 533 confirmações da doença.

Para Adeílza, essa redução no número de novos casos já era previsível. “Essa desaceleração tem a ver com a época, que não é propícia para a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Por conta das condições climáticas, essa diminuição tende a acontecer naturalmente”, reconhece. Ela defende, entretanto, que essa diminuição no número de transmissões não significa uma trégua. “As ações intensivas de prevenção têm que continuar. Não se pode abrir a guarda”, pondera Adeílza Ferraz.

Hemorrágica – Além dos diagnósticos já confirmados de dengue clássica, o Recife tem outros 1.394 casos suspeitos da doença. Do início do ano até agora, nove pessoas desenvolveram a forma hemorrágica da doença. Um óbito atribuído à infecção foi confirmado, enquanto outros três estão em investigação. Na capital, as áreas com mais casos da doença são os distritos sanitários IV, V e VI que englobam 32 bairros e, juntos, concentram 343 notificações – o que corresponde a 64% do total registrado.

A dengue é uma infecção viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado. Os principais sintomas associados à doença são dor na cabeça, articulações e músculos, febre, erupções cutâneas e coceira. Cerca de 5% dos doentes desenvolvem a manifestação hemorrágica da doença, que pode levar à morte. O principal meio de controle da dengue é evitar a proliferação dos vetores. Entre as medidas recomendadas está a eliminação de reservatórios d”água, como garrafas, pneus e plantas aquáticas, locais usados pelo mosquito para colocar seus ovos.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com Informações do Diário de Pernambuco.

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