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Médicos de Olinda ameaçam pedir demissão em massa

Publicado em: 11/08/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Eles querem equiparação com o salário do Estado, concurso público, a ampliação e o aparelhamento dos serviços de saúde

Médicos da rede municipal de Olinda estão ameaçando pedir demissão coletiva. A decisão foi tomada em assembléia, na última quarta-feira. Segundo o sindicato da categoria, os profissionais querem aumento de salário, concurso público, criação da carreira médica, ampliação, reforma e aparelhamento dos serviços de saúde.

A pauta com reivindicações está sendo encaminhada à prefeita Luciana Santos (PCdoB). “Os pedidos remontam a gestões anteriores, houve mudanças nos últimos anos, mas é preciso avançar”, argumenta Antônio Jordão, vice-presidente do Sindicato dos Médicos de Pernambuco. Segundo ele, cerca de 350 profissionais atuam em Olinda, a maioria com contrato temporário.

Jordão explica que o salário base de um médico diarista (20 horas semanais) equivale a um terço do pago pelo Estado. Na rede estadual, o diarista recebe R$ 1.540 e o plantonista, R$ 2.140, além da gratificação de produtividade.

Os médicos exigem ainda melhores condições de trabalho. “Um cardiologista pediu demissão recentemente porque o equipamento que fazia eletrocardiograma estava quebrado há um ano”, contou Jordão. Estaria havendo sobrecarga de trabalho nos serviços de pronto-atendimento. Por resolução do Conselho Regional de Medicina (Cremepe), em cada plantão de 12 horas, o médico deve atender 36 pacientes. Em Olinda, chega a 100. “Os profissionais com contrato temporário não têm direito a férias nem a 13º salário.”

O secretário de Saúde de Olinda, médico João Veiga, reconhece que as reivindicações são justas, faz ressalvas e afirma que há limitações financeiras para atender à pauta. “Recife tem arrecadação 12 vezes maior que Olinda e não conseguiu equiparar os salários ao do Estado. Como vamos conseguir?” As negociações permanecem abertas, segundo ele.

Veiga esclareceu que os médicos das emergências enfrentam mais dificuldades, pois há déficit de dez profissionais. Para diminuir os problemas, a prefeitura negocia com o Hospital Tricentenário a abertura de uma urgência pediátrica. Reformará o pronto-atendimento do Varadouro e o de Peixinhos, com obras avaliadas em R$ 1,4 milhão.

Quanto aos salários, informou que uma proposta foi apresentada à categoria, unificando o salário base da rede em R$ 629 (varia hoje de R$ 420 a R$ 629). O diarista passaria a receber, com gratificação, R$ 1.100 e o plantonista, R$ 1.700. Segundo Veiga, os 44 médicos do Programa Saúde da Família ganham R$ 2.950 líquidos e têm direito a férias e 13º. Conforme o secretário, o concurso público deve ser realizado até o próximo ano.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações do Jornal do Commercio.

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