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Cientistas descobrem diagnóstico indolor para Alzheimer

Publicado em: 16/08/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Pesquisadores americanos anunciaram nesta terça-feira que desenvolveram um novo método rápido e indolor para detectar os primeiros indícios do mal de Alzheimer, uma doença neurológica progressiva e incurável.

Em um relatório publicado pela revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, os cientistas do Instituto Blanchette Rockefeller de Neurociência afirmaram que o teste consiste na detecção de uma enzima que reage de maneira anormal na pele de pacientes com a doença.

Atualmente, o mal que afeta principalmente pessoas idosas, é diagnosticado por avaliações psiquiátricas. O novo método, além de fácil e rápido, seria também mais preciso na identificação da doença, que leva suas vítimas à demência e à morte.

Em suas primeiras manifestações, a doença é difícil de diferenciar de outros tipos de demências, explica Daniel Alkon, um dos pesquisadores. O novo método permitiria uma detecção precoce, permitindo uma ação mais eficaz dos remédios.

Segundo a equipe que realizou o trabalho, o mal de Alzheimer estimula uma mudança na enzima MAP Kinase Erk 1/2. No exame de tecido extraído de pessoas que tinham morrido de diferentes causas, os cientistas observaram que a enzima tinha um comportamento diferente quando o indivíduo sofria do mal de Alzheimer.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações da EFE.

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