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Residentes ameaçam parar

Publicado em: 21/08/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

A Associação Pernambucana de Médicos Residentes -(APMR – realizará Assembléia Geral nesta segunda-feira, dia 21, às 19h, no auditório do Hospital da Restauração (HR). Os médicos residentes definiram como pauta: discussão nacional, bolsa e paralisação, contribuição para a APMR. A estratégia faz parte de uma campanha de mobilização e articulação, com objetivo de valorizar a atividade dos médicos residentes no Estado. A categoria pode aprovar o indicativo de paralisação das atividades por 24h, para a próxima quinta-feira, dia 24. O clima é de insatisfação.

PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES DOS RESIDENTES:

– Condições precárias dos serviços
– Falta de preceptores
– Falta de material
– Falta de leitos, e ao mesmo tempo existência de leitos desativados (ociosos)
– Fisiologismo
– Local inapropriado para repouso, estudo e aprendizado teórico/prático (há casos de hospitais onde os residentes tiram do próprio bolso para garantir condições mínimas como um chuveiro, por exemplo)
– Superlotação de enfermarias
– Condições inadequadas para tratamento e recuperação dos pacientes (espaço, higiene)
– Excesso de trabalho
– Excesso de carga horária em alguns programas de residência médica, violando a legislação
– Cansaço, estafa, levando a diminuição da qualidade da assistência prestada
– Importância do médico residente na prestação de serviços de saúde à população
– Hospitais com programas de residência deveriam fornecer uma atenção diferenciada, pois recebem inclusive financiamento extra para adequação do serviço ao ensino e assitência
– Grande parte da assistência é prestada pelos residentes, muitas vezes sem a supervisão adequada
– Baixa remuneração, sem reajuste há mais de 4 anos (fevereiro 2002)
– Necessidade de trabalhar em outros serviços para complementar a renda, levando a cansaço e outros sinais do excesso de trabalho
– Valor não acompanha o aumento do custo de vida
– Remuneração atual equivale a apenas 5 reais por hora (isso se considerarmos 60 horas semanais, caso o residente trabalhe mais o valor por hora diminui)
– Moradia e alimentação oferecidas são inadequadas
– Comprometimento da assitência como um todo, atingindo também outros profissionais de saúde.

CONTATO – VICTOR HUGO BARRETO – PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO PERNAMBUCANA DE MÉDICOS RESIDENTES – 9191.9661

SAIU NA IMPRENSA:
http://portal.cremepe.org.br/publicacoes_clipping_ler.php?cd_clipping=4113
http://portal.cremepe.org.br/publicacoes_clipping_ler.php?cd_clipping=4133

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações da Assessoria de Imprensa do Sindicato dos Médicos.

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