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Residentes vão fazer greve de advertência

Publicado em: 22/08/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Médicos residentes vão suspender atividades das 7h da quinta até as 7h de sexta. Eles querem reajuste de 50% e melhor infra-estrutura

Em reunião realizada ontem à noite, no auditório do Hospital da Restauração (HR), os médicos residentes dos hospitais públicos de Pernambuco decidiram aderir à paralisação nacional de 24 horas da categoria. Eles reivindicam melhores condições de trabalho, incluindo um reajuste de 50%. Com a decisão, o atendimento ao público nos principais hospitais do Estado será afetado entre as 7h de quinta-feira e as 7h de sexta-feira. Entre os setores que sofrerão impacto estão emergências, ambulatórios e blocos cirúrgicos.

Com a decisão, os serviços serão prejudicados nos Hospitais da Restauração (HR), Getúlio Vargas (HGV), Otávio de Freitas (HOF), Agamenon Magalhães (HAM), Oswaldo Cruz (HUOC), das Clínicas (HC), Barão de Lucena (HBL), Regional do Agreste (HRA), em Caruaru, e Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip). Antes do Estado, os residentes já haviam decidido paralisar as atividades em São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Os cerca de 800 médicos residentes decidiram cruzar os braços para reivindicar um aumento de 50% em cima do salário, que hoje é de R$ 1.300 por uma jornada de 60 horas semanais. Além disso, eles querem a redistribuição das vagas em cursos de residência, melhor infra-estrutura dos serviços onde atuam e a preparação dos preceptores, especialistas que orientam os residentes.

“Não queremos prejudicar ninguém, mas precisamos mostrar que nossas reivindicações devem ser atendidas. Os residentes estão sendo prejudicados, com a falta de vagas e uma bolsa fora da realidade. Passamos anos estudando e merecemos algo melhor”, afirmou o presidente da Associação Pernambucana de Médicos Residentes, Vitor Hugo Lima Barreto. Segundo ele, a Secretaria de Saúde do Estado ofereceu um reajuste de 30%. “É um percentual que não nos interessa. Ate porque não fizeram proposta para as outras reivindicações”, completou.

Os hospitais da rede pública do Estado contam com cerca de 7 mil médicos, que trabalham em escala de plantão. Já os residentes, que respondem a 10% desse total, são diaristas. Apenas no HR e HC trabalham 150 residentes. As outras unidades reúne entre 50 e 100, cada.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações do Jornal do Commercio.

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