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Combate ao tabagisto tem data nacional

Publicado em: 22/08/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Durante muito tempo o hábito de fumar vem preocupando médicos e especialistas. O Vício do tabagismo traz diversas conseqüências para o corpo humano. São inúmeras as pessoas que todos os dias tentam parar e na maioria das vezes não conseguem. Para estas pessoas é preciso esclarecer que isto é possível, basta apenas que se queira e que tenha um acompanhamento adequado.

Hoje, deixar de fumar já não requer tanto sacrifício. Clinicas especializadas possuem equipes multidisciplinares que podem em muito ajudar o dependente. Medicamentos específicos, técnicas psicoterápicas cognitivo comportamental e motivacional são utilizadas. No dia 29 de agosto é o Dia Nacional de Combate ao Tabagismo. Reveja seus motivos para fumar. Tome uma posição e melhore sua qualidade de vida. Se necessário, procure ajuda especializada. Pense no “cowboy” da Marlboro, Wayne MacLaren. Ele morreu em 1992, aos 51 anos de idade, vitimado por um câncer de pulmão.

Atualmente cerca de 4 milhões de óbitos em todo o mundo podem ser atribuídos ao tabagismo, e se espera um marcado aumento nesta estimativa em 2020, com 10 milhões de óbitos! Noventa por cento dos tabagistas se iniciaram antes dos 19 anos de idade. Publicidade, aceitação social, modelos de comportamento, facilidade de acesso a droga e suscetibilidade individual estão entre as principais causas. Isto se deve as mais de 4000 substâncias tóxicas encontradas no cigarro, entre elas algumas utilizadas na composição de venenos para rato (fósforo P4 /P6), detergentes (amônia), mata-baratas ( naftalenos), diluentes de tintas a óleo (terebintina), solventes de esmaltes(acetona) e até mesmo conservantes de cadáveres(formaldeídos), sem falar de agrotóxicos, arsênio, chumbo, níquel, polonio10, e benzopirenos relacionados com o desenvolvimento do câncer.

Doenças graves como o câncer ( pulmão, boca, laringe, esôfago, bexiga, etc ), úlceras pépticas, hipertensão, acidentes vasculares cerebrais, infartos, angina do peito, disfunção erétil, graves arterites que levam a amputação dos membros, gravidez de alto risco com abortamento e baixo peso do recém nato, infecções respiratória e enfisemas, estão firmemente correlacionadas com este hábito. Ao se optar por abdicar ao tabagismo, muitos destes riscos voltam rapidamente ao normal.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações da Comunicativa.

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