Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Superlotação prejudica atendimento a gestantes

Publicado em: 31/08/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

A Maternidade Escola Januário Cicco vem tendo problemas com a superlotação de pacientes. De acordo com a diretoria, a situação recorrente de salas lotadas e deficiência de material piora devido à falta de estrutura da rede pública de saúde no interior e à falta de recursos enviados pelo Ministério da Saúde através do Sistema Único de Saúde.

Médicos e enfermeiros do hospital apontam que a precariedade no funcionamento do sistema de saúde do interior do estado traz muitas pacientes que poderiam ser atendidas em suas cidades ou em municípios vizinhos. O resultado são adaptações que diminuem a qualidade do serviço oferecido às usuárias.

A primeira é na quantidade de leitos por quarto. Na MEJC cada box tem duas camas, tanto nas enfermarias quanto na parte de alto risco e das mães-canguru (que têm filhos prematuros e seguram os bebês fora da encubadora junto ao seu corpo, para estimular seu desenvolvimento). “Esse não é o ideal, porque para o atendimento humanizado é preciso que cada mulher tenha um quarto sozinha”, diz Sthéphano Fernandes de Freitas, residente em ginecologia e obstetrícia da maternidade.

Em alguns dos casos, para evitar mais transtornos às pacientes elas são encaminhadas de volta aos hospitais de seus municípios, quando possível e, em casos de médio e baixo rico, são encaminhadas a outros hospitais da cidade, reservando a MEJC para pacientes de alto risco.

Para liberar leitos e não precisar deixar gente nos corredores, como acontece em alguns hospitais públicos, foi preciso agilizar os serviços de enfermagem. Ainda assim, as mulheres atendidas são muitas, e o trabalho dos dois médicos plantonistas e dois residentes fica sobrecarregado. “Eles fazem um verdadeiro milagre para funcionar do jeito que funciona”, diz Sthéphano.

Um exemplo de paciente que precisou recorrer à Januário Cicco é Fernanda Aparecida de Queiroz, de 16 anos, que veio de Pau dos Ferros, que está a 400 quilômetros de distância de Natal, para ter seu primeiro filho ontem, em Natal. Fernanda tem problema de pressão e pouco líquido amniótico na placenta, que representam um caso de gravidez de alto risco. Na sua cidade não existe encubadora para os recém-nascidos. Isolda Wraima Braz da Silva é da cidade de Várzea, a 76 quilômetros de Natal, onde não há hospital. Durante toda a gestação ela teve de vir de ônibus ou ambulância à capital para fazer os exames pré-natal e agora para dar à luz o filho.

O diretor geral da Maternidade Escola Januário Cicco, Kléber Morais, comenta que a procura é grande por que esta é uma entidade de referência em gravidez de alto risco e cirurgia ginecológica no Estado e aponta: “seria interessante que elas (pacientes) tivessem esse atendimento nas cidades onde moram”.

Gastos ultrapassam repasse feito pelo SUS

Os gastos do Hospital Maternidade Januário Cicco ultrapassam o valor que recebe do SUS, já que atende a mais pacientes que o número acertado no convênio com o Ministério da Saúde. No ano passado o déficit foi de R$ 1,4 milhão, que levou os profissionais a trabalhar com mais rigidez e a economizar em tudo, para não haver desperdício algum de material.

O dinheiro para sustentar os atendimentos da MEJC é proveniente do Ministério da Saúde e vem através do SUS, repassado pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) para os atendimentos de alta complexidade, e pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) para os atendimentos de baixa e média complexidade.

“O teto do Estado todo é muito pequeno. É de apenas R$ 178 milhões por ano”, diz José Renato Brito, coordenador de hospitais e Unidades de Saúde do Estado. A quantia destinada à MEJC é descontada do teto fornecido aos órgãos estadual e municipal de saúde, não tem sido suficiente para suprir as necessidades do hospital.

Por esse motivo Kleber Morais, diretor da instituição, diz que a parceria com as Secretarias de Saúde são muito significativos para exigir um aumento do teto da verba encaminhada.

Outro ponto também importante para diminuir o número de pacientes, necessário para dar atendimento mais humanizado, com mais atenção às usuárias, é dar condições aos hospitais, postos de saúde e maternidades das cidades do interior ou adjacentes para que procedam em alguns casos mais simples e não encaminhem as mulheres para a capital.

José Renato Brito explica que “é de atribuição da Januário Cicco cuidar de pacientes de alto risco, então esses casos são de transferência obrigatória”, e esclarece que “não ter estrutura não quer dizer que as pessoas não tenham acesso à saúde”, pois as cidades maiores nas adjacências das 52 cidades sem hospital no RN têm de receber esses pacientes. Ele lembra também que ainda existe a cultura de procurar hospitais da capital do Estado para dar à luz e que essa migração não pode ser evitada pelos órgãos de saúde, tornando impossível fazer com que algumas mulheres deixem de procurar a Januário Cicco. Tribuna do Norte

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações da Tribuna do Norte/Natal.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Entidades médicas se mobilizam pela permanência de Humberto...

As entidades médicas de Pernambuco – SIMEPE, Cremepe, Sociedade de Medicina –...

Leia Mais

Estação de refrigeração será instalada no HR

Medida será adotada para minimizar o calor na unidade, que está sem...

Leia Mais

Cremepe viaja em Caravana no próximo dia 28

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco vai dar início, no dia...

Leia Mais

Tratado internacional contra o tabagismo já está em...

O primeiro tratado internacional destinado a reduzir o tabagismo entrou em vigor...

Leia Mais

Cesariana programada “não protege” da depressão

Cesarianas programadas não protegem mulheres de depressão pós-parto, segundo estudo publicado no...

Leia Mais

Agência de propaganda do Cremepe tem novo site

A Raio Propaganda, agência responsável pelas campanhas e peças publicitárias do Cremepe,...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94