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Ciência revela como a gripe aviária mata

Publicado em: 12/09/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Pesquisadores vietnamitas descobrem que vírus H5N1 estimula a produção desordenada de proteínas e provoca resposta inflamatória

Pelo menos 244 infecções de gripe aviária entre humanos já foram registradas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 2003 – 143 delas evoluíram para a morte. A ciência acaba de descobrir por que a doença mata em cerca de 58% dos casos. Um estudo publicado ontem pela revista especializada Nature Medicine revela que o vírus H5N1 desencadeia uma intensa resposta inflamatória no organismo, quase sempre fatal. Estudiosos vietnamitas da Unidade de Pesquisa Clínica da Universidade de Oxford, baseada em Ho Chi Minh (antiga Saigon), analisaram 18 pacientes contaminados com o H5N1 e outras oito pessoas portadoras do vírus da gripe humana.

Por meio de estudos in vitro, os cientistas descobriram que a alta presença de H5N1 no sangue estimula a liberação desordenada das citoquinas. As proteínas, responsáveis pelo controle de uma resposta do corpo humano à infecção, apresentam efeito reverso e contribuem para o agravamento da doença. Os médicos asiáticos constataram ainda que os pacientes com gripe aviária têm uma alta carga viral na região da garganta. O RNA – marcador do vírus – também se concentra no reto e no sangue. Em quase todos os casos letais de infecção, descobriu-se uma perda de linfócitos. As inflamações e essa baixa de glóbulos brancos provocaram danos aos pulmões. Isso explicaria os principais sintomas da gripe aviária: tosse, graves problemas respiratórios, vômito e dores de cabeça.

Compreensão

“Nossas observações apontam para um papel central da alta carga viral na patogênese (causas) da gripe aviária nos seres humanos, e sugerem que a supressão da replicação do H5N1 deve permanecer como suporte principal do tratamento da influenza”, escreveu Menno de Jong, líder das pesquisas. Em, entrevista ao Correio, por telefone, o britânico David Nabarro – coordenador das Nações Unidas para o combate à gripe aviária – afirmou que o mecanismo da doença permitirá à ciência entender por que o vírus começou a atacar seres humanos. “Essas informações ajudarão no tratamento de pacientes contaminados”, prevê. “O problema é que ainda não sabemos que tipo de vírus da influenza provocará uma pandemia.”

De acordo com Nabarro, muitos países conseguiram controlar focos da doença em galinhas e em outros animais de granja. Apesar de reconhecer um “imenso progresso” no combate à epidemia, o especialista alerta que o vírus ainda se apresenta como perigo real para os pássaros – principalmente na África – e para os seres humanos. “Não podemos desviar nossa atenção. Temos de continuar a rastrear sinais de um possível início de gripe aviária pandêmica.” Os médicos vietnamitas pretendem centralizar suas próximas pesquisas na busca da contenção da liberação de citoquinas, no diagnóstico precoce e em um tratamento antiviral mais eficiente.

Risco de mutação

Os primeiros casos de gripe aviária em humanos ocorreram em 1997, em Hong Kong, e puseram por terra a tese de que a doença só atingia aves. O vírus H5N1 – um tipo altamente patogênico – pode ser contraído por meio do contato com aves vivas e infectadas. Os animais excretam o vírus por meio de suas fezes, que secam e se transformam em pó. Inalados, os detritos provocam contaminação. Os sintomas iniciais são similares aos de outros tipos de gripe: febre, mal-estar, dor de garganta e tosse. Por isso, a gripe aviária é considerada de difícil detecção. Em alguns casos, os infectados também podem desenvolver conjuntivite.

Até agora o vírus tem sido combatido com o sacrifício em massa de aves que podem servir de hospedeiras. Algumas drogas antivirais, como o Tamiflu, contêm os sintomas e diminuem as chances de a doença se espalhar. Os cientistas temem que o H5N1 sofra uma mutação e desenvolva a habilidade de ser transmitido facilmente entre pessoas. No mundo todo, especialistas prevêem que o número de mortes nesse cenário poderia variar entre 2 milhões e 50 milhões. O fato de as aves migratórias serem vetores fortalece essa hipótese, já que o vírus não conheceria barreiras de distância. Por outro lado, as transformações do H5N1 podem contribuir com a queda no índice de mortalidade.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações de Rodrigo Craveiro, do
Correio Brasiliense.

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