Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Conselhos locais falham na fiscalização de prefeituras

Publicado em: 13/09/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Criados para fiscalizar o poder executivo local, os conselhos municipais, previstos na Constituição de 1988, são totalmente inoperantes. Se funcionassem como instrumentos de democracia participativa, poderiam detectar casos de corrupção como o das Sanguessugas.

Relatório elaborado pela Controladoria-Geral da União sobre o desempenho dos conselhos em geral, e pesquisa feita pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Fiocruz, especificamente sobre os conselhos de saúde, apontam para a mesma realidade: esses mecanismos de gestão participativa e de controle local são ineficientes na fiscalização da aplicação do dinheiro público, não influenciam como deveriam na elaboração das políticas sociais e, em geral, são cooptados pelo poder político municipal.

“Podemos afirmar com segurança que o sistema de controle nos conselhos locais não está funcionando”, atesta o controlador-geral da União, Jorge Hage. Segundo ele, houve um erro de avaliação. “Acreditava-se que a fiscalização podia ficar só na instância local, dos controles sociais, e houve relaxamento na investigação dos procedimentos no momento do repasse do dinheiro. E isso foi um equívoco”, afirmou, referindo-se ao esquema de corrupção na saúde.

Hoje, cada programa de repasse de verbas federais para os municípios é acompanhado da criação de um conselho. Há conselhos da merenda escolar, do SUS, da assistência social, Saúde, Fundef e Bolsa-Família. Os recursos só são liberados pelo respectivo ministério se a destinação da verba tiver a aprovação prévia do colegiado. Razão pela qual os prefeitos buscam mantê-los sob suas rédeas. “Essa cooptação dos conselhos pelas lideranças políticas é o pior problema, que se agrava nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste”, diz Hage.

O trabalho feito pelo Ministério da Saúde já avaliou os conselhos municipais em 2.486 cidades e pretende finalizar o levantamento até dezembro. Desse universo, os técnicos identificaram que 60,3% dos presidentes dos conselhos são gestores da secretaria de Saúde local, ligados ao prefeito. Apenas 13,18% são usuários dos serviços e 10,35% são trabalhadores da área.

A pesquisa do ministério é feita pela Secretaria de Gestão Participativa. “Os conselhos ainda têm muitos problemas de aparelhamento e funcionamento. Mas é um processo novo, de 15 anos. A pesquisa visa fazer um diagnóstico. A Saúde nunca olhou para eles com maior atenção”, diz a médica Ana Costa, diretora do departamento de apoio à secretaria.

“Uma das preocupações dos governos municipais é a manutenção de controle sobre os conselhos, de forma a poder atuar na aplicação dos recursos sem ingerência dos mesmos”, ressalta o relatório da CGU, feito para analisar as aplicações do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef), obtido pelo Valor. A mesma avaliação, diz Hage, aplica-se aos demais conselhos.

Tanto ele quanto Ana Costa acreditam que se atuassem com independência do poder político local, os conselhos teriam barrado a máfia das Sanguessugas, responsável por um esquema que movimentou R$ 110 milhões do Orçamento para a venda de ambulâncias superfaturadas aos municípios. A quadrilha vendeu cerca de mil veículos a quase 600 municípios de 24 Estados brasileiros. O Supremo Tribunal Federal investiga a participação de 84 parlamentares, acusados de fazer emendas ao Orçamento para a realização de licitações fraudadas.

Até agora, as investigações preliminares apontam o pagamento de R$ 750,1 mil em propina a pelo menos 60 prefeitos, mas a Polícia Federal identifica mais de uma centena de prefeitos coniventes com o esquema. “Se nessas cidades o conselho municipal de saúde funcionasse, as Sanguessugas não entrariam”, diz Hage. “O conselho pode perfeitamente analisar a licitação e fazer a denúncia ao Ministério Público”, endossa Ana Costa.

Essa importância decorre da conclusão de que o conselho municipal é o mais capilar dos órgãos de controle locais. Os tribunais de contas dos Estados, as câmaras municipais, os ministérios públicos estaduais e federal, o Tribunal de Contas da União, além de ONGs e associações, não chegam tão próximas à população e aos problemas por ela enfrentados. Em muitas regiões, porém, os conselhos funcionam na sede das próprias prefeituras.

Para resolver esse e outros problemas, o relatório da CGU sugere que o Orçamento da União destine recursos para a construção de uma infra-estrutura própria para esses colegiados. Soma-se a isso outro problema: a maioria dos 31 mil conselheiros de saúde do país – segundo a pesquisa do ministério – desconhecem a própria atribuição. As legislações que criaram esses órgãos prevêem participação mínima dos conselheiros para uma reunião ter respaldo, mas o comparecimento é baixo.

O relatório da CGU sugere algumas medidas para incentivar o comparecimento, como instituir abonos por faltas e atrasos tanto para servidores públicos quanto para empregados da iniciativa privada que estiverem em atividades ligadas aos conselhos; e contagem do tempo despendido nos conselhos para efeito de aposentadoria. Nessa sugestão, o relatório faz a ressalva de que a idéia deveria ser analisada “face às repercussões de despesa previdenciária nela embutidas”.

O universo investigado pela CGU já atinge 20% das cidades brasileiras – pouco mais de 1,2 mil municípios. As auditorias identificaram falsificação de atas e de assinaturas de conselheiros. No último ano, os auditores têm viajado o país para fazer capacitações. Até julho, 1.394 conselheiros, 1.281 líderes comunitários e 1.330 agentes públicos passaram por esses cursos em 206 municípios. A meta é chegar a 328 municípios, com mais de 2.040 conselheiros capacitados.

A consultora técnica do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) do Ministério da Saúde, Andréa Gonçalves, lembra que esse é um processo recente no Brasil. “Temos registros de mobilizações de controle social nos Estados Unidos já no século XVIII”, afirma. No Brasil, só a partir da Constituição de 1988 a mentalidade de criação de órgãos de gestão participativa passou a ser debatida.

Estrutura independente avalia denúncia de compra superfaturada em Goiás
De Santo Antônio do Descoberto (GO)

O desempenho do Conselho Municipal de Saúde de Santo Antônio do Descoberto (GO) melhorou após a visita dos auditores da Controladoria-Geral da União (CGU), em outubro de 2004. Localizada a 50 km de Brasília, com 75 mil habitantes, a cidade é uma das vítimas das Sanguessugas.

O Ministério Público e a Justiça Federal investigam a compra de uma ambulância em 2002, no valor de R$ 80 mil, depois de a deputada Lydia Quinan (PSDB-GO) incluir emenda no Orçamento. A compra foi feita à empresa Klass, ligada à Planam, tida como o maior braço do esquema.

Há dois anos, os auditores da CGU detectaram uma série de problemas no funcionamento do conselho, que deveria fiscalizar todo o gasto de recursos repassados pela União. O relatório da controladoria apontou práticas como falsificação de atas e de assinaturas de conselheiros. A partir daí, o prefeito Moacir Machado (PSDB) trocou o secretário de Saúde e o conselho tem novo presidente. “Depois da CGU, tudo mudou por aqui. Eu assumi a secretaria com a incumbência de colocar o conselho para funcionar”, garante o secretário de Saúde, Edson Thomé Medeiros. O conselho foi diluído e, com nova formação, Eliel Sampaio Rios foi eleito presidente no início de 2006. Ao assumir, exigiu do prefeito uma infra-estrutura independente ao órgão. Há dois meses, o conselho alugou sua sede. Em breve, terá telefone, fax, computador e uma secretária.

Nas reuniões mensais, tudo passa pelo conselho: relatórios de gestão, planos de saúde e licitações. “Temos olhado mais de perto as contas. Às vezes, a secretaria se irrita, mas temos de olhar tudo”, afirma Sampaio, que pediu para a promotora local capacitar os conselheiros. Há um mês, o conselho recebeu a denúncia de uma compra superfaturada de equipamentos pela prefeitura. “Solicitamos a ajuda de um técnico na área para nos auxiliar e descobrimos que os preços estavam dentro do padrão”, diz Sampaio.

Foi criada também uma comissão de fiscalização dentro do conselho. Três pessoas terão como única função a análise atenta dos balancetes da secretaria. Nilvia Aparecida Cruvinel, gestora e integrante do conselho, faz parte do trio: “De uns cinco ou seis meses pra cá, o conselho está muito mais atuante. Ainda temos dificuldades, mas já melhorou”.

Sobre a ambulância comprada em 2002, Sampaio acredita que se o conselho funcionasse direito a quadrilha não atuaria na cidade. “Poderíamos verificar a má qualidade das ambulâncias superfaturadas ou examinar os preços das licitações. Poderíamos ver que estava fora dos padrões”, diz. O secretário de Saúde concorda. “Se o conselho funciona bem, é quase impossível haver irregularidade.”

Prefeito muda integrantes, mas garante maioria nas decisões em Esmeraldas
De Esmeraldas (MG)

O município mineiro de Esmeraldas, a 71 quilômetros de Belo Horizonte, é um exemplo de como os conselhos municipais podem se submeter ao prefeito e não ter qualquer autonomia para fiscalizar ou questionar as políticas públicas locais. Lá, o secretário de Saúde preside o Conselho Municipal de Saúde e outros funcionários do Executivo municipal compõem o colegiado, num modelo que pretende garantir maioria em qualquer votação interna.

O secretário, Marcílio Alves dos Santos, refuta qualquer problema em relação ao funcionamento do conselho. “A gente é muito claro e transparente. Não há questionamentos sobre nossas ações”, garante ele, que pertence ao mesmo partido do prefeito Dalmo Vieira Leroy (PSDB).

Em janeiro de 2005 a cidade recebeu um grupo de auditores da Controladoria-Geral da União (CGU), que apurou irregularidades na composição do colegiado. A lei determina a entrega de 50% das vagas dos conselhos aos usuários e 25% aos gestores do Executivo local. Os outros 25% devem ser divididos entre trabalhadores de saúde e prestadores de serviço. Antes da visita da CGU, havia distorções nessas distribuições de vagas, para dar mais lugares a funcionários da prefeitura. Hoje, a paridade foi consertada, mas o prefeito continua com o comando.

O pecuarista Antônio Eustáquio, representante dos usuários, critica a participação de Marcílio. “A presença do secretário de Saúde como presidente do conselho atrapalha muito. É incompatível. A gente usa da ironia, né? Eu viro para o “presidente do Conselho” e peço pra ele fazer alguma reivindicação ao “secretário de saúde””, conta. Eustáquio conta que foi escolhido pelos usuários para disputar a presidência do colegiado. “Mas o prefeito e o secretário manobraram e conseguiram a maioria”, diz. Diversos secretários do governo municipal fazem parte do conselho e garantem maioria nas deliberações. A influência se confirma no local das reuniões: o quarto andar da prefeitura.

Essa falta de respaldo do conselho municipal é detectada pela pesquisa do Ministério da Saúde. Segundo o levantamento, apenas 6,96% das recomendações dos colegiados de saúde são seguidas pela prefeitura. A participação na elaboração do Plano Municipal de Saúde também é muito baixa. Apenas 43,75% contribuíram e aprovaram o programa (o índice deveria ser próximo a 100%, diz a CGU).

O secretário de Saúde de Esmeraldas reclama da comunidade. “Temos muitas dificuldades. As pessoas reclamam muito, mas no conselho, que é onde elas têm o palanque, elas não participam”, diz. E completa: “Quando o encontro é importante, a gente precisa mandar buscar em casa”. (TVJ)

Em Itapeva, conselheiros sentem falta de preparo
Raquel Salgado

Uma semana antes da reunião mensal do Conselho Municipal de Saúde de Itapeva, o caminhoneiro Adauto dos Santos recebe em sua casa a pauta detalhada do encontro e planilhas com a prestação de contas da Secretaria de Saúde. Dedicado, visita semanalmente os postos de atendimento para ver se há médicos trabalhando, medicamento suficiente e para checar o tamanho das filas. Mas, com apenas o primário completo, Santos admite não saber do que se trata boa parte da papelada que recebe.

Assim como em outras cidades do país, em Itapeva (270 quilômetros a oeste de São Paulo) o conselho sente dificuldade para fiscalizar a aplicação dos recursos recebidos pela prefeitura do governo federal. Hoje, 50% do orçamento da saúde da cidade vem das transferências federais e 4% do governo estadual. “Nem o conselho nem a Câmara Municipal têm acesso irrestrito às contas da prefeitura”, diz Paulo de la Rua, vereador pelo terceiro mandato na cidade. Ele diz que tanto a Secretaria de Saúde como outros órgãos de governo não oferecem detalhes de seus balancetes. “Só conseguimos acesso livre quando foi instalada uma CPI na cidade, na gestão anterior”, conta.

Mesmo assim, o vereador acredita que a nova composição do conselho tem dado maior participação e poder de intervenção ao órgão. Além de fiscalizar a atuação da prefeitura, o órgão também deve propor políticas públicas de saúde. Antes da nova gestão, que tomou posse em abril, o conselho era bipartite, composto por usuários do SUS e por membros do governo municipal. Agora, além de membros da prefeitura, participam também servidores públicos e prestadores de serviços, como os médicos da Santa Casa da cidade e de laboratórios. Do lado dos usuários, a participação foi estendida a pessoas ligadas a organizações sociais e de portadores de doenças.

Assim, o conselho abrange mais segmentos da sociedade, mas continua nas mãos da prefeitura. A presidência está com Denílson Rodrigues da Silva, o secretário municipal de Saúde. Benedito Ornelas, outro conselheiro, diz que essa situação é pouco confortável. Ele conta que durante uma reunião fez uma série de perguntas e foi interrompido pelo secretário. “Você questiona muito”, Silva lhe disse.

Para Ornelas, eletricista aposentado da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), “isso limita a ação do conselheiro, porque há quem fique intimidado”. Ele acredita, no entanto, que o maior problema é a falta de preparo do conselho: “Muitas pessoas não têm escolaridade e mal sabem o que estão fazendo nas reuniões.”

A eleição de um novo conselho e a capacitação dos integrantes foi feita após a cidade de Itapeva ter sido fiscalizada pela Controladoria Geral da União (CGU) em 2005. No relatório do ano passado, foi verificado que o órgão não participava da elaboração do orçamento anual da Secretaria de Saúde nem fiscalizava a pertinência das despesas. Essas falhas ainda não foram corrigidas e nem devem ser no curto prazo. Até agora foi discutido qual o papel do conselho e como ele deve atuar, mas poucas ações práticas foram tomadas. “Já criamos cinco comissões, dentre elas uma de políticas públicas de saúde e uma outra de educação e saúde”, conta o secretário.

Por outro lado, a falta de capacitação começou a ser contornada através de cursos periódicos. O relatório da CGU também apontava a necessidade de aquisição de uma ambulância, pois o dinheiro necessário à compra já havia sido liberado. A prefeitura de Itapeva adquiriu o veículo há cerca de 60 dias. “Acho que nosso trabalho mal começou”, diz Santos.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações de Thiago Vitale Jayme, do jornal Valor Econômico.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Belém do Pará recebe Congresso de Reprodução Humana

O 9º Congresso Norte-Nordeste de Reprodução Humana será realizado em Belém (PA),...

Leia Mais

Congresso Brasileiro de Cabeça e Pescoço será na...

Entre 3 e 6 de setembro será realizado em Salvador, na Bahia,...

Leia Mais

Confirmado 3º caso de cólera em São Bento...

Um menino de quatro anos, do bairro Iraque, é a nova vítima...

Leia Mais

Governo investe em estudo de células-tronco para doenças...

O Ministro da Saúde, Humberto Costa, anunciou nesta quarta-feira dia dois, durante...

Leia Mais

Cremepe fará dossiê de serviços no interior

O Conselho Regional de Medicina (Cremepe) pretende percorrer 60 cidades do interior...

Leia Mais

Imip realiza curso de planejamento em saúde urbana

Em parceria com a Universidade South Bank, de Londres, o Instituto Materno...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94