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Médicos Peritos de Curitiba em greve e luto

Publicado em: 15/09/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) concedeu nesta quinta-feira, um espaço para os médicos peritos do INSS discutirem segurança do trabalho.

A iniciativa foi motivada por um fato ocorrido ontem, quando a médica perita Maria Cristina Souza Felipe da Silva, de Governador Valadares (MG), foi assassinada com quatro tiros na frente da sua residência. Maria Cristina, delegada da ANMP (Associação Nacional dos Médicos Peritos), tinha 56 anos de idade, era casada e tinha quatro filhos. Antes do crime, ela havia concedido diversas entrevistas à imprensa regional de Minas, denunciando a falta de segurança no trabalho. Cristina ainda chegou com vida ao hospital, mas não sobreviveu aos ferimentos em seu peito e cabeça.

Os médicos peritos do INSS são responsáveis por 70% dos atendimentos do órgão, tendo como princípio zelar pelo patrimônio financeiro da previdência social. O trabalho pericial consiste em conceder aos segurados benefícios de auxílio doença e auxílio acidente.

São realizadas 500 mil perícias por mês no Brasil (e em Curitiba são realizadas cerca de 1.500 por dia). Ao todo são 4.800 médicos para 1.374 consultórios, esses números por si só demonstram o despreparo do INSS para o atendimento.

Os médicos do INSS estão em greve, mesmo, como todos os médicos do mundo inteiro, sentindo-se violentados por terem que interromper suas funções. Mas, infelizmente, as posições institucionais da previdência em relação às demandas de melhoria têm esbarrado em lentidão de resposta por parte dos gestores da coisa pública e a greve é a forma encontrada para chamar a atenção sobre o tema.

Para os médicos peritos é preocupante essa paralisação, por entenderem que a população pode ficar prejudicada. Ao mesmo tempo, os peritos questionam se a população está satisfeita com o atendimento do INSS, porque eles mesmos não estão, e entendem que a forma de despertar a atenção para o fato e obter o apoio da população é este movimento.

A falta de estrutura de trabalho no INSS favorece a violência, que hoje está em níveis insuportáveis, onde médicos são agredidos fisicamente e ameaçados constantemente.

Os números da perícia mostram que o parecer médico pericial é favorável em 90% dos segurados empregados, e desfavorável em 80% para segurados desempregados.

Ocorre que, às vezes, a população busca uma solução que o médico perito não pode ofertar, e acaba sentindo-se injustiçada, sendo que, muitas vezes, chega ao extremo de agredir fisicamente e moralmente o perito.

Para tentar solucionar o problema, os peritos apresentaram uma pauta de sugestões ao governo, como: mudança na metodologia de entrega de resultados, instalação de câmera de segurança e de portas com detectores de metais, além de melhorias na estrutura física dos consultórios.

Os médicos peritos enfatizam que este movimento não pleiteia reajuste salarial, mas, melhores condições de trabalho.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações do Simepar.

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