Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Remédio para hemodiálise no lixo

Publicado em: 22/09/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Polícia encontrou 90 caixas com soro e sondas, em canavial, às margens da BR-408, em Paudalho. Produtos foram comprados pelo SUS

A Polícia Civil vai investigar o desperdício de 90 caixas de produtos utilizados em sessões de hemodiálise que foram jogadas num canavial, às margens da BR-408, em Paudalho, na Zona da Mata Norte, distantes 44 quilômetros do Recife. A carga contendo sondas, mangueiras e sacos de 600 mililitros de um tipo específico de soro, encontrada por policiais após uma denúncia repassada à delegacia do município, foi comprada com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a delegada de Paudalho, Cláudia Valadares, a carga com material para hemodiálise recolhida anteontem à tarde, não é falsificada e ainda está no prazo de validade. “Achamos estranho o abandono do material, usado nos hospitais, e começamos a investigar o caso a partir da única pista, que era o nome do destinatário do produto”, explicou. Os policiais descobriram que a carga tinha sido encaminhada para a paciente Odete Maria de Almeida, de 60 anos, que faleceu no último dia 3 de setembro, e foi jogada no matagal pela filha dela, a dona de casa, Alda Maria de Almeida, de 38 anos.

Segundo a dona de casa, o material era fornecido pelo SUS há aproximadamente um ano para sua mãe, que fazia o tratamento na Clínica do Rim de Carpina, na mesma região. “Mas cerca de três meses antes de morrer, ela precisou passar por uma cirurgia e não fez mais a hemodiálise.”

Alda Maria ainda contou à polícia, que foi até a clínica e ofereceu as caixas, porque não tinha condições de guardá-las em casa, por falta de espaço. “Mas a enfermeira-chefe se recusou a receber, afirmando que a clínica já tinha o material. Então, pedi para que meu marido, com a ajuda do vizinho, deixasse as caixas no matagal.”

A enfermeira-chefe da Clínica do Rim de Carpina informou que não poderia aceitar o material. “A clínica é particular, mas atende pacientes do SUS. Eu falei que ela retornasse com o material para casa, porque não tinha sido solicitado por nós”, argumentou.

A delegada também informou que vai entrar em contato com a Secretaria de Saúde para ver se os materiais ainda podem ser aproveitados no tratamento de pacientes e que abriu inquérito para apurar a responsabilidade do desperdício. “Afinal, se o tratamento era pago pelo SUS, é dinheiro público e foi jogado no lixo.”

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações do Jornal do Commercio.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

José Luiz Gomes do Amaral é o novo...

O anestesiologista e intensivista paulistano José Luiz Gomes do Amaral candidata-se ao...

Leia Mais

Médicos se reúnem para avaliar situação salarial

O Sindicato dos Médicos de Pernambuco está convocando todos os médicos vinculados...

Leia Mais

Médicos intensificam campanha salarial e exigem cumprimento de...

Reunidos em assembléia geral, na noite de quinta-feira (4.8), no auditório da...

Leia Mais

Xilogravuras de Samico em exposição no MAMAM

Gilvan Samico é um dos maiores gravuristas brasileiros. Pernambucano, o artista é...

Leia Mais

Simpósio Internacional discute Hemoglobinopatias

As hemoglobinopatias constituem um grupo de doenças genéticas decorrentes de anormalidades na...

Leia Mais

Comissão recomenda liberação do aborto

Grupo criado pelo governo estabelece que a interrupção da gravidez deve estar...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94