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Doentes de aids denunciam a falta de 15 medicamentos

Publicado em: 22/09/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Problema está sendo registrado há três meses nas farmácias de dois hospitais de referência no tratamento de soropositivos

Quinze tipos de medicamentos que combatem infecções oportunistas em portadores do HIV, vírus causador da aids, estão em falta, há três meses, nas farmácias de dois hospitais de referência no tratamento de soropositivos em Pernambuco. A denúncia é de pacientes e médicos infectologistas dos Hospitais Correia Picanço, na Tamarineira, Zona Norte do Recife, e Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), em Santo Amaro, área central. Segundo eles, o atraso na distribuição dos remédios, fornecidos pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), compromete a reabilitação de doentes que receberam alta.

No Huoc, dois soropositivos que estavam se recuperando de toxoplasmose (infecção causada por protozoário) voltaram a ser internados, há um mês, porque não receberam comprimidos de sulfadiazina e clindamicina. Ontem, depois de três meses sem medicação, uma agricultora de 49 anos voltou a ter os sintomas da moléstia, que aparentemente estava controlada. Ela foi atendida com febre, manchas escuras e ínguas. Mas, pela décima vez, voltou para casa sem os remédios.

“Tomo clindamicina, em falta desde junho. São seis caixas de comprimidos por mês. Cada uma custa, em média, R$ 50. Minha renda mensal não passa de R$ 300. Esse atraso está fazendo minha saúde ir embora mais rápido”, lamenta ela, que não quis ser identificada.

Desde agosto, o Huoc registrou casos de soropositivos com pneumocistose (inflamação nos pulmões provocada por fungo), já que a medicação para a doença, a pentamidina, também não está sendo distribuída. Para controlar as taxas de gordura no sangue e garantir uma sobrevida maior, o artesão Ednaldo Brandão, 43, precisa tomar cápsulas diárias de pravastatina há três anos. “Tenho consultas a cada 30 dias. Como parei o tratamento, estou piorando.”

Na farmácia do Hospital Correia Picanço, faltam clindamicina e cetoconazol (para infecções por fungos). O contabilista Fábio Correia, 40, teve toxoplasmose e, há 60 dias, não recebe remédios. “Me sinto desrespeitado. Os atrasos são freqüentes e estão interferindo na minha recuperação”, critica.

O gerente do serviço de Doenças Infecto-Parasitárias do Oswaldo Cruz, Demócrito Miranda, explica que, além de tomarem o coquetel anti-retroviral – que limita a ação do HIV –, os soropositivos são obrigados a complementar a terapia com substâncias contra as doenças ocasionais. “A interrupção do tratamento provoca a resistência do organismo ao princípio ativo dos remédios”, afirma.

O coordenador do Programa Estadual de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids da SES, François Figueroa, informou que a demora ocorreu devido a um atraso na licitação dos medicamentos , e que toda a situação estará regularizada até a próxima quarta-feira.

Correia Picanço inaugura dez novos leitos até novembro

Embora a atual falta de medicamentos afete os portadores de HIV atendidos em unidades de referência de Pernambuco, nem tudo está perdido. Depois de um ano em reformas, o Hospital Correia Picanço, na Tamarineira, Zona Norte do Recife, concluiu a construção da Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A área, que deverá ser disponibilizada a partir de novembro, terá 10 leitos isolados, cinco deles para adultos com aids e meningite meningocócica. Os outros serão destinados a crianças com as mesmas doenças. Até o fim do ano, a enfermaria de isolamento da unidade de saúde também será ampliada de 23 para 40 leitos.

As mudanças, explica a diretora do Correia Picanço, Míriam Silveira, eram necessárias há mais de uma década, período em que o número de pacientes registrados no hospital evoluiu de 600 para 3,2 mil. “Atendemos 59% dos soropositivos do Estado. Hoje, os doentes com aids que necessitam de UTI são transferidos para diversas unidades da rede estadual de saúde. Os novos leitos têm a vantagem de serem específicos para os portadores do HIV”, afirma Miriam Silveira. Os equipamentos da UTI devem ser instalados nas próximas semanas. A obra custou R$ 1,3 milhão aos cofres públicos estaduais.

Míriam Silveira informa ainda que, em 1995, o hospital contava com apenas 14 leitos de enfermaria. Com a ampliação da enfermaria do isolamento, 13 dos 17 novos leitos serão destinados a crianças. A diretora prevê ainda a ampliação do laboratório da unidade, além da criação de uma enfermaria infantil.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações de MANUELA FERREIRA, do Jornal do Commercio.

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