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Especialistas pedem estratégias a longo prazo contra diabetes

Publicado em: 28/09/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Os governos deveriam investir mais em estratégias a longo prazo para controlar o alto número de pessoas com diabetes, principalmente o do tipo 2, que afeta 200 milhões de pessoas. Um grupo de especialistas fez o pedido durante o 2º Congresso Mundial sobre o Envelhecimento da População, que acontece em St. Gallen (Suíça) e que terminará na sexta-feira.

Os especialistas afirmaram que essas novas estratégias deveriam usar recursos limitados de forma eficiente e favorecer a promoção eficaz da saúde, o uso apropriado dos novos tratamentos e uma aproximação pessoal com o paciente.

À medida que a população envelhece, e considerando o aumento da obesidade e de outros fatores de risco, espera-se que o número de pessoas afetadas pelo diabetes de tipo 2 em todo o mundo aumente em mais de 20% até 2025.

Quase 60 milhões de pessoas sofrerão dessa doença na Europa em 2025 (hoje são 48 milhões), alertam os especialistas. Entre 85 e 90% dos casos são de diabetes do tipo 2, que costuma afetar pessoas com mais de 45 anos e é provocada por obesidade, sedentarismo e outros fatores.

Trata-se de uma doença que não exige a administração contínua de insulina, mas é considerada grave pelos cientistas, já que pode levar a morte prematura causada, principalmente, por doenças cardiovasculares.

Assim, quando as tendências demográficas atuais tornam necessário que os governos ajudem os cidadãos a se manter mais saudáveis e ativos durante mais tempo, o aumento dos casos de diabetes poderia criar o efeito contrário, alertam os estudiosos.

Além de ser um problema de saúde, o diabetes poderia ter grande impacto econômico nos sistemas e orçamentos nacionais de saúde, devido aos custos dos tratamentos e às perdas ocasionadas pelas baixas trabalhistas, o aumento da mortalidade e a baixa produtividade dos pacientes e de suas famílias.

Os custos diretos associados ao tratamento do diabetes e suas complicações poderiam alcançar os US$ 400 bilhões em 2025, o que representaria um aumento de 7% a 13% da despesa total em saúde no mundo.

“Considerando o crescimento potencial do diabetes e o envelhecimento da população, é imperativo reduzir o impacto dessa doença”, disse o professor de Economia da Saúde da Escola de Economia de Estocolmo, Bengt Jonsson, que presidiu a sessão.

Jonsson afirmou que “o investimento em estratégias a longo prazo dirigidas à prevenção e ao tratamento, incluindo tratamentos inovadores que administrem a doença com mais eficácia e efetividade, podem ajudar a reduzir o custo financeiro das doenças crônicas.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações da Efe, em Genebra.

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