Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Estudo desmente que crianças amamentadas são mais inteligentes

Publicado em: 04/10/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

A idéia de que as crianças que foram amamentadas são mais inteligentes é um mito, segundo um estudo publicado no último número da revista médica “British Medical Journal”. Análises prévias sugeriam que alimentar os bebês com leite materno aumentava o coeficiente intelectual das crianças, mas os especialistas afirmam agora que este fato não tem influência.

Apesar de amamentar trazer muitos benefícios aos recém-nascidos, a inteligência não é um deles, segundo médicos do Conselho de Pesquisa Médica (MRC, em inglês) e a Universidade de Edimburgo (Escócia), que publicam seu estudo na revista. No entanto, a pesquisa chegou à conclusão de que as mães que amamentam tendem a ser mais inteligentes, mais qualificadas e oferecem um meio ambiente estimulante para os pequenos.

Os especialistas analisaram dados de 5.475 crianças e 3.161 mães nos EUA desde 1979, e observaram vários fatores, como o ambiente familiar, as características da mãe e se os menores foram amamentados. E a conclusão foi que “amamentar tem pouco ou nenhum efeito na inteligência das crianças”, cita a revista.

“Enquanto amamentar traz muitas vantagens para a criança e a mãe, é pouco provável que entre elas esteja aumentar a inteligência da criança”, acrescentou a equipe, liderada pela especialista Geoff Der, da Unidade de Ciências Sociais e Saúde Pública do MRC. Isso –disse o especialista– foi motivo de debate desde que foi encontrado pela primeira vez um vínculo entre leite materno e inteligência, em 1929.

“Crianças que foram amamentadas costumam tirar pontuação alta nos testes de inteligência, mas também costumam vir de meio ambiente mais favorecido”, acrescentou. “Analisamos dados de mais de 5.000 crianças e 3.000 mães nos EUA e descobrimos que as mães que amamentaram tendiam a ser mais inteligentes”, disse Der. “Quando esse fator era levado em conta – disse -, grande parte do vínculo entre leite materno e inteligência da criança desaparecia”.

Os pesquisadores também observaram famílias nas quais uma criança recebeu leite materno e o outro foi alimentado com mamadeira. “Comparar desta maneira as duas (crianças) de uma mesma família é uma boa forma” de obter resultados, ressaltou Der. Isso confirma o resultado, segundo o especialista, de que a criança amamentada não é mais inteligente.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações da agência Efe, em Londres.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

MPPE promove nova audiência para discutir crise nas...

A 1ª vice-presidente do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco, Claudia Beatriz...

Leia Mais

Cremepe participa de encontro sobre saúde mental no...

Na noite desta quarta-feira (29/04), a 1ª vice-presidente do Conselho Regional de...

Leia Mais

Cremepe publica Balanço de Gestão 2023–2026 e apresenta...

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) disponibiliza, em seu portal,...

Leia Mais

Cremepe discute com Sesau cenário da rede materno-infantil...

Na manhã desta quinta-feira (23/04), o presidente do Conselho Regional de Medicina...

Leia Mais

Cremepe discute condições da urgência e emergência pediátrica...

Na tarde desta quarta-feira (22/04), a diretoria do Conselho Regional de Medicina...

Leia Mais

Cremepe promove 17º Curso de Atualização em Ética...

Atenção, médicos residentes! O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), por...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94