Publicado em: 24/10/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.
O Grupo de Estudos de Insuficiência Cardíaca (Geic) da Sociedade Brasileira de Cardiologia anunciou ontem, no Recife, durante o 61º Congresso Brasileiro de Cardiologia, a pretensão de participar de uma pesquisa internacional para avaliar como negros brasileiros e americanos respondem a diferentes tratamentos para insuficiência cardíaca. A parceria seria com um grupo liderado pelo norte-americano Clyde Yancy, da Universidade de Dallas (EUA), que acompanha a doença na população negra americana e é um dos destaques, hoje, no congresso que reúne seis mil especialistas no Centro de Convenções de Pernambuco.
A médica gaúcha Nadine Clausell, do Geic, adianta que será necessário acompanhar mil a dois mil pacientes. O cardiologista americano já observou, num grupo de afro-americanos, o uso de um novo tratamento, que teria melhor resposta em negros. Consiste na associação de duas drogas vasodilatadoras, que são usadas separadamente na terapia convencional. A insuficiência cardíaca caracteriza-se pela dificuldade de bombear o sangue. Pressão alta, infarto e doença de Chagas são as causas mais comuns da insuficiência no Brasil. Clyde Yancy explica que os estudos têm mostrado uma insuficiência cardíaca mais agressiva em negros americanos. Fatores genéticos e condições de vida justificariam a vulnerabilidade. “Nos Estados Unidos, 12% da população é negra. Entre os portadores de insuficiência, eles representam 17%”, afirma. A pressão alta nos negros também é três a cinco vezes mais freqüente.
O Congresso Brasileiro de Cardiologia prossegue hoje, debatendo os efeitos nocivos do cigarro nos fumantes passivos e centenas de outros temas. Ontem, foi lançado o Tratado de Cardiologia do Esporte e Exercícios. Os congressistas também têm a oportunidade de testar o risco de desenvolver problemas no coração, medindo a circunferência da barriga e as taxas de açúcar e gordura no sangue.
Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações do jornal do Commercio.
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