Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Profissionais da saúde acusados de infectar crianças

Publicado em: 25/10/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Cientistas pedem libertação de médico e enfermeiras presos na Líbia há 8 anos

A prisão de cinco enfermeiras búlgaras e um médico palestino na Líbia acusados de terem intencionalmente infectado cerca de 400 crianças com HIV no final dos anos 90 está mobilizando a comunidade científica.

Em carta que será publicada no site da Science (www.sciencemag.org) nesta quinta-feira, 44 pesquisadores, entre eles o americano Robert Gallo, um dos descobridores do vírus da aids, apresentam evidências de que o HIV já estava presente no hospital Al-Fateh, em Bengasi, antes mesmo da chegada dos profissionais ao local.

Eles foram detidos há quase oito anos, torturados com choques elétricos para confessar seu suposto crime e condenados à morte por fuzilamento. A pena chegou a ser suspensa no final do ano passado, mas eles permanecem presos. Sem esperar o resultado das investigações, o ditador líbio Muamar Kadafi, em 2001, em um encontro sobre HIV/aids na Nigéria, afirmou que as crianças haviam sido “deliberadamente infectadas como parte de uma conspiração internacional para desestabilizar o país”.

A comoção em torno do caso levou uma comissão independente de especialistas a investigar a situação. Dela participava o outro descobridor do vírus, o pesquisador francês Luc Montagnier. Eles concluíram que a explicação mais razoável era que a falta de práticas de controle de infecção, como ausência de equipamentos esterilizados, levou à epidemia. Entretanto a corte líbia descartou o testemunho dos cientistas e impediu o acesso aos testes de contaminação, para se basear apenas “nas confissões extraídas sob tortura”, escrevem os cientistas na Science.

“Estes seis trabalhadores inocentes estão encarcerados há quase oito anos por desempenharem seus trabalhos com equipamento insuficiente, depois de receberem treinamento inadequado e terem sido expostos ao mesmo risco de infecção por HIV que as crianças líbias e os funcionários do hospital. O que aconteceu aos acusados envia uma fria mensagem a todos os profissionais da saúde que escolhem trabalhar sob circunstâncias difíceis para levar tratamento aos infectados por HIV ou pessoas em situação de risco em todo o mundo”, diz o texto.

O grupo, composto por pesquisadores dos EUA, Itália, Holanda, Suécia, Áustria, Inglaterra, França e Canadá, pede aos seus governos que interfiram nas negociações com a Líbia.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações de Giovana Girardi, do jornal O Estado de São Paulo.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

MPPE promove nova audiência para discutir crise nas...

A 1ª vice-presidente do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco, Claudia Beatriz...

Leia Mais

Cremepe participa de encontro sobre saúde mental no...

Na noite desta quarta-feira (29/04), a 1ª vice-presidente do Conselho Regional de...

Leia Mais

Cremepe publica Balanço de Gestão 2023–2026 e apresenta...

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) disponibiliza, em seu portal,...

Leia Mais

Cremepe discute com Sesau cenário da rede materno-infantil...

Na manhã desta quinta-feira (23/04), o presidente do Conselho Regional de Medicina...

Leia Mais

Cremepe discute condições da urgência e emergência pediátrica...

Na tarde desta quarta-feira (22/04), a diretoria do Conselho Regional de Medicina...

Leia Mais

Cremepe promove 17º Curso de Atualização em Ética...

Atenção, médicos residentes! O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), por...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94