Publicado em: 08/11/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.
GENEBRA – A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que mais da metade das crianças recém-nascidas que entram em unidades neonatal no Brasil são afetadas por infecções hospitalares. Trinta por cento dessas crianças infectadas acabam morrendo. O alerta da agência da Organização das Nações Unidas (ONU) faz parte de um programa lançado pela entidade para promover a proteção dos pacientes.
Para a OMS, os dados são preocupantes. A qualquer momento do ano, cerca de 1,4 milhão de pessoas em todo o mundo sofrem de infecções hospitalares. Um quarto dos casos ocorre por causa de procedimentos cirúrgicos.
Entre 5% e 10% dos pacientes que ingressam nos hospitais nos países ricos adquirem uma infecção. Um a cada 136 pacientes que dão entrada em um hospital americano acaba seriamente doente.
A grande maioria está nos países pobres: 4.300 crianças morrem por dia nesses países por causa de infecções contraídas em hospitais. Nos países em desenvolvimento, a taxa pode chegar a 25% dos pacientes.
No Brasil, os dados mostram que a taxa de crianças que são infectadas, de mais de 50%, é bem maior que os registros nos países desenvolvidos. O ministro da Saúde, Agenor Álvares, afirmou que teria de avaliar os dados publicados pela OMS antes de se pronunciar. Mas alertou que as informações poderiam ser defasadas.
Outro problema é o número de transfusões de sangue com equipamentos infectados. Por ano, 160 mil novos casos de aids, 16 milhões de hepatite B e 5 milhões de hepatite C são transmitidos em hospitais e centros clínicos em todo o mundo. Os custos dessas infecções chegam a US$ 5,7 bilhões por ano nos EUA. No México, os custos somam US$ 1,5 bilhão.
Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações do Jornal do Commercio.
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