Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Escolas médicas: cenário sombrio

Publicado em: 04/12/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Fernando Cabral

Em meados de março de 2004, o trabalho Abertura de escolas de medicina no Brasil: relatório de um cenário sombrio traz uma avaliação da relação entre o número de escolas médicas existentes pelas regiões do País, o número de médicos formados anualmente e a qualidade do ensino oferecido. As conclusões finais são que o Brasil não tem necessidade social de mais cursos de medicina. Possui, sim, um número excessivo de faculdades, sendo essas mal distribuídas pelo País. Constata – se é que a política de recursos humana para prover o SUS e o Programa Saúde da família está sendo usada indevidamente como exemplo justificador da criação de novos cursos – a falta de entrosamento entre os ministérios da Educação e da Saúde.

O Brasil possui 146 faculdades médicas. Muitas com ensino deficiente, precisando ser qualificadas. Possuímos uma média de um médico para cada 622 habitantes, sendo no Sudeste um para 455. A OMS recomenda um médico para atender mil habitantes. Nos últimos cinco anos, foram abertos 50 novos cursos, quase todos em instituições privadas.

Pesquisa recente mostra a nossa categoria profissional com o maior índice de credibilidade perante a população, ficando inclusive à frente da Igreja Católica. A sociedade reconhece que o médico é também vítima de uma desastrosa política pública de saúde.

Não existe uma projeção de mercado de trabalho médico – não há inclusive carreira pública para o médico, não se preparou corpo docente para abertura de novas escolas, não se exigiu sequer que essas escolas tivessem hospitais próprios. Nada se fez para aumentar as oportunidades de treinar os recém-formados. Temos em média 4 mil vagas para residência médica para uma demanda de 8 mil candidatos.

Na universidade, se passa o sentimento de perda da qualidade, é quando a mesma não responde ao que a sociedade dela espera. Passamos a ter que responder a novas situações e não conseguimos. A comunidade tem consciência dessas limitações e chama de perda de qualidade a perda de funcionamento do seu produto.

A educação deve ser encarada como prática social, sendo a pedagogia seu instrumento. O fato de as entidades médicas serem contrárias à abertura de novas escolas de medicina não diminui a chance de formação médica. O importante é estabelecermos critérios para que não haja faculdades sem qualidade.

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo [Cremesp], em pesquisa, mostra que a taxa de denúncias por médicos nas escolas com as piores notas no último exame de alunos – procedimento esse questionável, foi mais que o dobro da registrada para faculdades com as melhores avaliações.

Em outro estudo do Cremesp, sobre as condições dos locais em que os estudantes aprendem – hospitais, unidades básicas de saúde e pronto-socorros – mostra que 50% têm estrutura inadequada para a formação dos médicos.

Finalmente, para refletir, apenas uma pergunta: por que, em vez de pensarmos na abertura de escola médicas, não fechamos as que não possuem condições adequadas para a formação do médico?

*Fernando Cabral é diretor de imprensa do Sindicato dos Médicos de Pernambuco.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Texto publicado no Jornal do Commercio.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Doença de Chagas, mal do momento

Médicos consideram alarmista o medo de contaminação oral após episódios no Sul...

Leia Mais

Pesquisas de novos remédios: Vale à pena ser...

A funcionária pública Nair de Alvarenga foi curada de uma displasia nas...

Leia Mais

Profissional sobrecarregado é mais suscetível a erros e...

O estudo americano “Overwork in America”, que trata da sobrecarga de trabalho,...

Leia Mais

Cremepe sugere plebiscito sobre descriminalização do aborto

O presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremepe), Ricardo Paiva, está propondo...

Leia Mais

Recife sedia Congresso Brasileiro de Nefrologia Pediátrica

O coordenador do Setor de Nefrologia do Instituto Materno Infantil Prof. Fernando...

Leia Mais

Ministro da Saúde propõe normas para uso de...

Para definir internações será levado em conta idade e também prognóstico sobre...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94