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Escolas médicas: cenário sombrio

Publicado em: 04/12/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Fernando Cabral

Em meados de março de 2004, o trabalho Abertura de escolas de medicina no Brasil: relatório de um cenário sombrio traz uma avaliação da relação entre o número de escolas médicas existentes pelas regiões do País, o número de médicos formados anualmente e a qualidade do ensino oferecido. As conclusões finais são que o Brasil não tem necessidade social de mais cursos de medicina. Possui, sim, um número excessivo de faculdades, sendo essas mal distribuídas pelo País. Constata – se é que a política de recursos humana para prover o SUS e o Programa Saúde da família está sendo usada indevidamente como exemplo justificador da criação de novos cursos – a falta de entrosamento entre os ministérios da Educação e da Saúde.

O Brasil possui 146 faculdades médicas. Muitas com ensino deficiente, precisando ser qualificadas. Possuímos uma média de um médico para cada 622 habitantes, sendo no Sudeste um para 455. A OMS recomenda um médico para atender mil habitantes. Nos últimos cinco anos, foram abertos 50 novos cursos, quase todos em instituições privadas.

Pesquisa recente mostra a nossa categoria profissional com o maior índice de credibilidade perante a população, ficando inclusive à frente da Igreja Católica. A sociedade reconhece que o médico é também vítima de uma desastrosa política pública de saúde.

Não existe uma projeção de mercado de trabalho médico – não há inclusive carreira pública para o médico, não se preparou corpo docente para abertura de novas escolas, não se exigiu sequer que essas escolas tivessem hospitais próprios. Nada se fez para aumentar as oportunidades de treinar os recém-formados. Temos em média 4 mil vagas para residência médica para uma demanda de 8 mil candidatos.

Na universidade, se passa o sentimento de perda da qualidade, é quando a mesma não responde ao que a sociedade dela espera. Passamos a ter que responder a novas situações e não conseguimos. A comunidade tem consciência dessas limitações e chama de perda de qualidade a perda de funcionamento do seu produto.

A educação deve ser encarada como prática social, sendo a pedagogia seu instrumento. O fato de as entidades médicas serem contrárias à abertura de novas escolas de medicina não diminui a chance de formação médica. O importante é estabelecermos critérios para que não haja faculdades sem qualidade.

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo [Cremesp], em pesquisa, mostra que a taxa de denúncias por médicos nas escolas com as piores notas no último exame de alunos – procedimento esse questionável, foi mais que o dobro da registrada para faculdades com as melhores avaliações.

Em outro estudo do Cremesp, sobre as condições dos locais em que os estudantes aprendem – hospitais, unidades básicas de saúde e pronto-socorros – mostra que 50% têm estrutura inadequada para a formação dos médicos.

Finalmente, para refletir, apenas uma pergunta: por que, em vez de pensarmos na abertura de escola médicas, não fechamos as que não possuem condições adequadas para a formação do médico?

*Fernando Cabral é diretor de imprensa do Sindicato dos Médicos de Pernambuco.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Texto publicado no Jornal do Commercio.

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