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MEC autoriza abertura de 3 cursos de medicina

Publicado em: 08/02/2007 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Decisão, baseada em regra antiga, foi tomada no mesmo dia em que ministério aumentou exigências para novos cursos

No mesmo dia que aumentou as exigências para a abertura de cursos de medicina, o Ministério da Educação autorizou que três escolas de São Paulo ofereçam a carreira, com base na regulamentação antiga.

O Cremesp (Conselho Regional de Medicina em SP) chamou o fato de “manobra” do MEC -o conselho defende que já há muitos cursos de medicina no Estado, que estariam formando maus profissionais.

Anteontem, o MEC publicou uma portaria dizendo que o entendimento do CNS (Conselho Nacional de Saúde) terá de ser confrontado com o parecer do ministério para a abertura de curso -o que antes não ocorria. Caso haja discordância (um aceite e o outro, não), uma comissão de professores doutores terá o poder de decisão.

A mesma regulamentação vale para a Ordem dos Advogados do Brasil no caso do direito.

No mesmo dia da publicação da portaria, as universidades Anhembi Morumbi e Unip e o centro universitário São Camilo foram autorizados a oferecer o curso de medicina -cada um com até cem vagas. Em nenhum dos casos houve posicionamento do CNS.

Em nota, o Cremesp disse que ocorreu “flagrante manobra” na publicação das duas decisões no mesmo dia. “Ou seja, os três cursos foram liberados pelo MEC de se submeterem às regras”, afirma o texto.

O conselho de medicina de São Paulo afirmou ainda que o CNS se omitiu no caso.

Também por meio de nota, o Ministério da Educação do governo Lula negou que tenha feito “manobra”, uma vez que a portaria que aumenta a exigência para autorização de cursos admite como exceção os casos que já tramitavam.

A pasta afirma que a intenção foi “zerar o passivo de processos anteriores”. O governo afirma que os três cursos tiveram decisões favoráveis do Conselho Nacional de Educação.

Já o presidente do CNS, Francisco Batista Júnior, disse que o conselho não se manifestou porque, na regulamentação anterior, o parecer da entidade era “meramente” consultivo.

“Mesmo que nos posicionássemos contrários à abertura, o curso era autorizado. Acabávamos legitimando o processo no qual não concordávamos. Por isso, paramos de dar pareceres. Os cursos autorizados agora ainda seguem a lógica anterior”, disse Batista. O Cremesp avalia que a expansão de vagas causou deficiências no ensino.

Prova de avaliação aplicada pelo conselho no ano passado aos estudantes de sexto ano em São Paulo reprovou 38% dos participantes na primeira fase -o exame é optativo.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
FÁBIO TAKAHASHI, da Folha de São Paulo.

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