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Crise agrava situação de pacientes

Publicado em: 13/02/2007 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Quimioterapia de pacientes do Hospital do Câncer de Pernambuco atrasa por problemas de transferência para outras unidades

Uma semana depois do início das transferências de pacientes em tratamento de quimioterapia e hormonioterapia atendidos no Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP) para outras unidades, muitos dos doentes incluídos na lista de urgência ainda aguardam encaminhamento para reiniciarem a terapia no Instituto Materno Infantil Fernando Figueira (Imip), Hospital Barão de Lucena, Centro de Oncologia de Caruaru e Centro de Oncologia Dr Muccine (Petrolina). A medida foi um paliativo encontrado para garantir a assistência aos doentes de câncer do hospital que, por conta de uma crise financeira e de dívidas de cerca de R$ 30 milhões, não tem mais como comprar medicamentos quimioterápicos.

Sem estrutura para dar conta do trabalho – que inclui a reunião de prontuários, exames e autorização de um médico do hospital e o acerto da transferência com a unidade receptora – o serviço social do HCP só conseguiu encaminhar até agora 70 pacientes, menos da metade da relação de 152 nomes que precisam retomar o tratamento rapidamente. Ademora tem deixado em pânico pacientes que tiveram seus tratamentos interrompidos e não têm perspectiva de retomá-los.

“Quando soube da situação do hospital me desesperei. Meu filho não pode parar o tratamento. Ele já deveria ter feito oito sessões de quimioterapia, mas parou na sexta”, lamentava Wanda Maria da Silva, mãe do professor Ricardo Barbosa, 29, em tratamento contra um linfoma de Hodgkin. “Estou preocupado. O próprio médico já me deu bronca porque eu parei a quimioterapia. Mas o que é que eu posso fazer”, dizia ele.

A apreesão era a mesma de Meire Ferreira, que acompanhava a tia no HCP. “Viemos de Canhotinho para uma sessão de quimioterapia e só quando chegamos soubemos do problema. Não sabemos nem se vamos conseguir ir para outro hospital”. A costureira Irene Coelho, que se trata desde 2003 no Hospital do Câncer, chegou a se desesperar. “Já perdi uma sessão de quimioterapia e tenho outras três pela frente. Espero há horas para saber se vou ser transferida. Mas tenho esperança de que vou continuar otratamento, mesmo que seja em outro hospital”, desabafou emocionada.

Chefe do setor de serviço social do HCP, a assistente social Cláudia Beltrão, preocupava-se com outras questão. “Estamos encaminhando esses doentes da lista emergencial. Mas e os outros pacientes que estão chegando ao hospital? Ainda não fomos informados de nada sobre esses casos”, observava. “Estamos fazendo um trabalho micro quando o problema é macro”, concluiu. Pelo menos a situação dos doentes internados foi amenizada graças à solidariedade. Doação anônima permitiu ao hospital comprar quimioterápicos e garantir tratamentos.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
TEXTO: Diário de Pernambuco.

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