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Alerta contra remédio antidiabetes

Publicado em: 22/05/2007 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Um dos remédios mais utilizados no tratamento contra a diabetes tipo 2, o Avandia (maleato de rosiglitazona) pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, alerta um estudo publicado pela revista britânica New England Journal of Medicine. Steven Nissen, presidente do Departamento de Medicina Cardiovascular da Cleveland Clinic, nos Estados Unidos, concluiu que o uso da droga aumenta de 43% a 63% a chance de um paciente sofrer um ataque cardíaco e morrer, respectivamente, em comparação com outros tratamentos. Mais de 65% das mortes entre diabéticos de todo o mundo são atribuídas às doenças cardíacas.

No Brasil, onde a incidência da doença em pessoas acima dos 40 anos é de 11%, cerca de 6 milhões de comprimidos do Avandia são vendidos anualmente (dados de 2006). Desde 2002, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contra-indica o medicamento para pessoas que sofrem de insuficiência cardíaca. A assessoria do órgao revelou ao Correio que cogita incluir esse alerta na bula do remédio, caso os dados do estudo se mostrem consistentes. Mas adverte que a pesquisa precisa ser analisada com cuidado antes disso.

Após compilar os dados de 42 estudos, Nissen analisou o que ocorreu com mais de 15 mil pacientes tratados com o Avandia e comparou os resultados com um grupo de controle de cerca de 12,2 mil pacientes adeptos de outros tratamentos. O cardiologista registrou 86 infartos do miocárdio entre os usuários de rosiglitazona, contra 72 no grupo de controle. O número de mortes foi de 39 pessoas no primeiro grupo, contra 22 no segundo. “Embora o estudo tenha sido limitado por usar dados já publicados, deve-se considerar o potencial do composto em causar efeitos adversos no tratamento de diabetes tipo 2”, alerta o pesquisador.

No site oficial da GlaxoSmithKline (GSK), laboratório que fornece o Avandia, um comunicado refuta o estudo publicado pela revista britânica. “As conclusões tiradas (no estudo) foram baseadas em evidências incompletas e numa metodologia que o próprio autor admite ter limitações significativas”, adverte.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
FONTE: Correio Braziliense (22.05.2007).

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