Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Médicos questionam modelo padrão

Publicado em: 27/06/2007 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

São Paulo (AE) – Implantado há apenas 20 dias pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o sistema de Troca de Informações de Saúde Suplementar (Tiss) pode já sofrer mudanças. O modelo foi criado para padronizar as informações sobre os pacientes enviadas por médicos às operadoras de planos de saúde e diminuir a burocracia. As entidades médicas, no entanto, afirmam que a guia do Tiss abre a possibilidade de o sigilo médico ser quebrado, expondo o diagnóstico dos pacientes às operadoras, o que contraria portaria do Conselho Federal de Medicina (CFM). No modelo adotado pela ANS, há um campo para o preenchimento opcional do diagnóstico, com base na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). A informação só pode ser preenchida com autorização do paciente.

Apesar de ser opcional, representantes do CFM e da Associação Médica Brasileira (AMB) enxergam na medida um perigo que pode se voltar contra o próprio paciente, com a utilização das informações pelas operadoras para, por exemplo, reajustar as mensalidades.

O diretor de desenvolvimento setorial da ANS, Leôncio Feitosa, discorda, mas já admite que o modelo pode sofrer mudanças. A questão, no entanto, deve antes passar pelo órgão consultivo da agência que discutiu a implantação do Tiss. “Se o comitê fizer essa recomendação, retiro da guia”, afirma. O comitê é formado por 21 membros, entre eles representantes das operadoras e conselhos de medicina. A oportunidade para a mudança deve acontecer em julho, quando o órgão se reunir.

Para Geraldo Guedes, conselheiro do CFM, a informação do diagnóstico beneficia apenas as operadoras. “A taxa de utilização (mensalidade) já é definida pela idade. Se, além disso, for incluído a CID-10, haverá elementos que podem ser usados contra os pacientes”, afirma. A queixa dos médicos se dirige apenas ao modelo impresso do Tiss. Em outubro de 2008, deve estar implantada a versão eletrônica, que segundo a ANS terá as informações criptografadas – com acesso apenas para a agência. “Pode haver mudanças no atual modelo, mas na versão eletrônica não abro mão”, diz o diretor da ANS.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
FONTE: Tribuna do Norte (RN).

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Conselheiros do Cremepe representam a autarquia no I...

Cremepe participa de debates nacionais sobre Ato Médico, saúde mental e desafios...

Leia Mais

Reunião no Cremepe debate superlotação no setor obstétrico...

Na tarde desta terça-feira (10/03), a diretoria do Conselho Regional de Medicina...

Leia Mais

Cremepe promove Curso de ECG com foco na...

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), por meio da Escola...

Leia Mais

Resultado Final do Concurso Público do EDITAL Nº...

O Presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco –...

Leia Mais

Cremepe participa de Cerimônia de Acolhimento a Residentes...

Na manhã desta segunda-feira (02/03), a Vice-Presidente do Conselho Regional de Medicina...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94