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Paciente deve ser levado a hospital particular

Publicado em: 27/07/2007 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

A Promotora de Justiça de Defesa da Saúde, Ivana Botelho, recomendou que todas as pessoas que chegarem aos hospitais da rede pública estadual e não puderem ser atendidas por causa da falta de médicos traumato-ortopedistas devem ser encaminhadas para clínicas e hospitais particulares com especialistas nessa área, inclusive os que não possuem contrato ou convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS). A recomendação foi feita ao secretário de saúde Jorge Gomes, nesta sexta-feira.

A crise deflagrada com o pedido de demissão em massa de médicos dos grandes hospitais como Hospital da Restauração (HR), Hospital Getúlio Vargas (HGV) e Hospital Otávio de Freitas (HOF) no último fim de semana levou o Governador Eduardo Campos a assinar hoje um documento decretando situação de emergência no setor hospital do Sistema Público de Saúde do estado.

Há uma semana, o atendimento está parcialmente comprometido, especialmente o de urgência, já que vários médicos traumato-ortopedistas estão entre os demissionários. Até ontem, eram 54 os profissionais que tinham feito o pedido de exoneração junto à Secretaria Estadual de Saúde (SES). No final da manhã de hoje, 90 cirurgiões buco-maxilofaciais de várias unidades do Recife e do interior, além de vinte cardiologistas do Hospital Getúlio Vargas (HGV) foram à sede do Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) aderir ao movimento. Até o final da manhã de hoje, o sindicato tinha recebido 250 cartas de intenção de entrega de cargos.

O juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública, José Henrique Coelho da Silva, determinou a volta ao trabalho, sob pena do pagamento de uma multa diária de R$ 1 mil para cada profissional, mas os médicos não retomaram seus postos. De acordo com o Simepe, eles ainda não foram notificados da decisão. Agora à tarde, uma comissão de médicos tem audiência com o presidente da Assembléia Legislativa de Pernambuco, Guilherme Uchoa, para tentar uma intermediação com o Governo do Estado.

No decreto assinado pelo governador, e que será publicado no Diário Oficial de amanhã, Eduardo Campos decreta a contratação temporária de pessoal e de serviços necessários à prestação de assistência médico-hospitalar à população atendida pelo Sistema Único de Saúde, incluindo até o credenciamento da rede privada de hospitais e clínicas que possam atender à demanda.A Situação de Emergência tem validade de 90 dias e pode ser prorrogada por mais trinta.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
FONTE: Redação do PERNAMBUCO.COM.

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