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A Greve e os Mitos

Publicado em: 02/08/2007 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Os médicos vêm sendo alvo da mídia seguidas vezes, quase todos os dias, desde 1995 pelo menos. Os anjos de branco, portanto, caíram na mira da metralhadora do noticiário acerca de 12 anos. O sofrimento da população, frente ao desvio de finalidade dos sistemas público e privado de saúde, equivocadamente, tem sido creditado aos médicos. O ataque reiterado não é sequer uma coisa geral e genérica atingindo a categoria inteira. A sutileza dos apontamentos tem apresentado casos concretos envolvendo médicos de várias especialidades. Muita vez o pecador ou suspeito é condenado de antemão, sem direito ao Contraditório e a Ampla Defesa que são Garantias inalienáveis na Lei Constitucional.

Difícil aparecer ao público o intestino dos Hospitais com todas as mazelas detalhadas e com a identificação da origem.Difícil mostrar-se que os Planos de Saúde esvaziam o bolso do associado, enquanto as seguradoras fazem fortuna. O monopólio que obriga todo mundo a ter o seu Plano, sob pena de ficar indigente, obriga o médico a ser sócio também, como cidadão, e a receber o valor minguado da consulta ou do procedimento, como profissional.

Se a dieta do paciente no hospital público é magra, insípida, repugnante até, não se pense que no alojamento destinado aos doutores há luxo, mordomia, ou pelo menos a dignidade ou o conforto que o serviço impõe. Quantas vezes faltam medicamento ou qualquer outro material indispensável, tais como agulha, seringa, algodão, cama, maca e até cadeira? Quantas vezes o quartinho dos médicos fica sem ar refrigerado, sem higienização continuada, sem chuveiro, sem comida? Tem dia que falta água. Difícil é faltar doutor. Sempre tem um samaritano de boa cepa, fazendo das tripas coração e minimizando a dor alheia. No serviço, seja de Emergência ou não, há sempre um médico, uma médica dispostos a se arriscar no meio de tanta carência para cumprir seu juramento.

Hoje, diante do confronto que se estabeleceu entre o novo Governo e o total da categoria dos médicos, a população está desvalida ou surpresa. Mas tem uma coisa: o Governo é novo; vai completar sete meses no fim do mês; talvez mereça uma dilação de prazo – o parto pode ser prematuro. Agora, professores e médicos precisam de respeito e isso não permite espera nem delonga. Urge levantarem os braços, em sinal de rendição, ambas as partes. O povo não pode esperar. Pra dor, só tem um jeito: hospital, remédio e doutor. Quanto ganha um juiz? Quanto ganha um promotor? Quanto ganha um médico? Quanto ganha um professor? Ser ou não ser, eis a questão, como dizia Sheakespeare!

Gilberto Marques, advogado.
advgilbertomarques@hotmail.com

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.

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