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Dívida de R$ 22 mi pode fechar Hospital do Câncer

Publicado em: 01/03/2005 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) vai formalizar um pedido de intervenção estadual no Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP). Segundo a entidade, o hospital -que atende em média 700 pacientes por dia e é o único serviço no Estado que dispõe de uma emergência oncológica – vive uma grave crise financeira e a ameaça iminente de encerrar as atividades. Segundo o presidente do Cremepe, Ricardo Paiva, a dívida acumulada do HCP soma hoje R$ 22 milhões.
     
Para Paiva, a situação de insolvência chegou a tal ponto que a única saída para a crise seria a tomada da administração do hospital por parte do Governo do Estado. “Para solicitar a intervenção nos baseamos no fato de que apesar de se tratar de uma entidade privada, o HCP é um hospital filantrópico e de interesse público”. Relatórios recebidos pelo Cremepe dão conta de que o faturamento mensal da unidade é menor do que R$ 900 mil. Só com a folha de pagamento, são gastos entre R$ 700 e R$ 750 mil a cada mês.
     
Na avaliação do Cremepe, esta realidade torna inviável o pagamento das dívidas. “O desabastecimento do hospital é uma questão de tempo. Há um risco real de que ele possa fechar as portas em menos de um mês”, alerta Paiva. Para ele, além do papel fundamental do hospital, que absorve metade de todos os pacientes oncológicos do Estado, o fato de Pernambuco não possuir um serviço próprio de radioterapia – as três unidades disponíveis são particulares e credenciadas para atender a pacientes da rede pública – é uma das principais razões para que o Governo assuma o HCP.
    
Paiva também alertou para o fato de que a única máquina de braquiterapia (tratamento aplicado em mulheres diagnosticadas com câncer de colo uterino) disponível na rede pública e instalada no HCP está quebrada. “Pernambuco tem a maior prevalência de câncer ginecológico no Mundo e a fila de pacientes esperando tratamento está parada”. Ele também informou que as marcações para pacientes de outros tratamentos de radioterapia só estão sendo feitas para agosto.
    
A crise foi reconhecida pela coordenadora executiva do HCP, Lígia Lacerda. Segundo ela, que assumiu o cargo há apenas cinco meses, o passivo atual gira em torno de R$ 20 milhões. “Estamos tentando enxugar ao máximo os custos e implementando medidas rigorosas. Em janeiro, os gastos com pessoal foram os menores dos últimos 12 meses”.
    
Convênios – Ainda assim, a coordenadora admite que a situação é dificíl. “Não sei como ainda não fechamos”. Apesar da precariedade, Lígia assegura que a crise ainda não comprometeu o abastecimento do hospital, mas alega que a unidade perdeu boa parte da renda dos convênios por causa do empobrecimento da população nos últimos anos. Hoje, mais de 96% dos recursos do HCP são provenientes do Sistema Único de Saúde.
    
Quanto à possibilidade de intervenção, Lígia afirma que o Cremepe poderia vir em socorro do HCP de outra forma. “A melhor maneira de salvar o Hospital do Câncer é se incorporar à luta da saúde pública e se colocar ao nosso lado como parceiro”. Com relação à máquina de radioterapia quebrada, reponsabilidade de uma empresa terceirizada que funciona dentro do hospital, ela sustenta que o conserto já foi providenciado e que os pacientes na fila de espera têm sido encaminhados para outros serviços de radioterapia. Já a Secretaria Estadual de Saúde informou que só vai se pronunciar sobre a solicitação de intervenção depois que o pedido for formalizado.
    
Famílias vão à Justiça
     
Duas famílias que perderam parentes por falta de leitos nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) da rede pública decidiram acionar a Justiça contra o Governo do Estado. Na próxima segunda-feira, o agricultor Marcos Antônio dos Santos e aposentada Gilvanise Araújo denunciarão as mortes de uma filha e um irmão, respectivamente, ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Marklayne da Silva Santos, de 8 anos, faleceu no dia 10 de março de leucemia depois de esperar 24 horas por uma vaga em UTI.
    
Geraldo de Araújo Alves, 45, morreu no último dia 15, depois de aguardar até cinco dias para conseguir uma vaga na UTI do HR. O pai de Marklayne virá de Mirandiba, no Sertão, para entrar com uma ação por meio da Associação dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps). “Dinheiro não paga a vida da minha filha, mas é uma forma de orientar as pessoas para que isso não se repita”, afirmou.
    
A aposentada Gilvanise Araújo foi à Secretaria Estadual de Saúde (SES), no último dia 11, para pedir uma vaga na UTI para o irmão Geraldo Araújo. No mesmo dia conseguiu a vaga. Operado quatro dias antes, vítima de um edema cerebral em conseqüência de meningite viral, ele ficou cinco dias na sala de recuperação, morrendo cinco dias depois de ter conseguido a vaga. “Foi tarde demais”, disse a aposentada.
     
Intervenção – O presidente do Sindicato dos Hospitais Particulares de Pernambuco, Mardônio Quintas, disse que pretende entregar hoje ao MPPE um pedido para que a entidade encaminhe a proposta feita pelos administradores da rede privada que dispõe de leitos de UTI. Para não receber pacientes vindos do SUS, por determinação judicial, o SindHospe oferece R$ 500 mil à SES para o pagamento de profissionais para a ativação de 45 leitos na rede pública. Sobre o pedido de intervenção em Pernambuco, Quintas disse que o sindicato vai esperar a definição no Ministério da Saúde.
    
Da Assessoria de Imprensa do Cremepe.
Com Informações do Diário de Pernambuco.
JORNALISTA: JULIANA ARAGÃO.

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