Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Mulher terá direito a acompanhante no parto

Publicado em: 01/04/2005 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Projeto sancionado ontem pelo presidente em exercício, José Alencar, já entrou em vigor. A grávida poderá escolher quem vai acompanhá-la durante e após o parto, em qualquer hospital público
    
BRASÍLIA – As mulheres ganharam o direito de ter um acompanhante durante o parto e o pós-parto em qualquer hospital público ou da rede do Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto foi sancionado ontem, Dia Mundial da Saúde, pelo presidente em exercício, José Alencar, e já entrou em vigor. A grávida poderá escolher o acompanhante, que vai estar presente em todo o trabalho de parto.

A senadora Ideli Salvatti (PT-SC), autora do projeto, diz que a presença de um parente ou de uma pessoa de confiança facilita o trabalho de parto. “Tem um efeito psicológico fundamental: a mulher fica tranqüila, tudo flui”, afirmou a senadora.
    
Hospitais particulares e algumas maternidades públicas já adotam a prática, chamada de humanização do parto. Entre as vantagens estão a diminuição da tensão da mulher, melhoria nas condições de amamentação, redução do risco de doenças para a criança e dos custos para a rede pública.
    
Segundo a senadora, os hospitais terão que fazer algumas mudanças para cumprir a lei, mas isso não significará gastos extras. “Se você tiver no mínimo uma cortininha para separar uma parturiente da outra, não é tão abusiva em termos de gastos.”
    
A prática do parto humanizado já reduz, comprovadamente, os custos hospitalares porque diminui as cesarianas, o número de anestesias, as complicações pós-parto e o tempo de internação. O hospital da Universidade Federal de Santa Catarina permite, há mais de dez anos, a presença de um acompanhante nos partos. Segundo o chefe do berçário do hospital, Carlos Pinheiro, o tempo de internação na maternidade caiu mais de 30%. Pinheiro afirmou que o hospital tem o menor índice de cesarianas de Florianópolis, mesmo prestando atendimento a gestações de alto risco.
    
No Dia Mundial da Saúde, houve protestos em várias cidades do País. No Rio, o cartunista Ziraldo e o dançarino Carlinhos de Jesus visitaram a pediatria do Hospital Miguel Couto, no Leblon.
    
Brasil vai produzir remédio para bebês prematuros
    
BRASÍLIA – O Brasil se prepara para produzir e distribuir na rede pública um medicamento que pode evitar a morte de cerca de 12% dos bebês prematuros. Chamada de surfatante, a substância trata a Doença Pulmonar da Membrana Hialina, que associada à prematuridade é responsável pela maioria das mortes neonatais. A produção é pesquisada pelo Instituto Butantã, em São Paulo.
     Ontem, Dia Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde anunciou o início de um ensaio clínico para validar o surfatante nacional. Por ter um custo alto, a versão importada é utilizada por uma parcela muito pequena dos prematuros. A estimativa é que 63 mil bebês no País – 30% de todos os prematuros – deveriam receber o tratamento a cada ano.
    
O ensaio com 2 mil crianças terá a duração de 18 meses. Será coordenado pela Unidade de Pesquisa Experimental do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da USP. O custo é estimado em R$ 1,4 milhão. O surfatante utilizado é uma substância expelida por células alveolares pulmonares de suínos.
    
Antiinflamatório Bextra será retirado do mercado
    
SÃO PAULO – O antiinflamatório Bextra, produzido pela Pfizer, será retirado do mercado a partir da próxima semana no Brasil, nos Estados Unidos, Europa, Canadá e Austrália e, possivelmente, México e Argentina, após as agências reguladoras americana, FDA, e européia, Emea, solicitarem ontem a ação.

Também na próxima semana a Pfizer promete divulgar como os consumidores poderão devolver o remédio e ser reembolsados. A empresa calcula que existam aproximadamente 30 mil consumidores do Bextra (valdecoxibe) no Brasil e 5 milhões no mundo.
    
A decisão continuará a ser discutida entre a empresa e as agências reguladoras. O diretor-médico da Pfizer no Brasil, João Fittipaldi, acredita que a relação entre custo e benefício do Bextra ainda é válida.
     
O FDA alega que o Bextra aumenta a chance de reações alérgicas, como vermelhidões, dermatites e, em ocasiões raras, a síndrome Stevens-Johnson, que pode levar à morte – no País, há pelo menos um caso relacionado ao uso do medicamento desde que ele começou a ser vendido, em 2003. O remédio aumenta de 0,5% a 4% as chances de reações alérgicas quando comparado aos demais remédios da mesma classe, os inibidores de COX-2.
    
O órgão também cita o problema comprovado de aumento do risco cardiovascular ligado a tais antiinflamatórios. A decisão do FDA é oposta à recomendação de um painel independente do próprio órgão, que em fevereiro havia recomendado a comercialização, apesar dos perigos.
    
De acordo com o presidente da Pfizer no Brasil, César Preti, a decisão de retirar o Bextra do mercado brasileiro foi voluntária, após conversações com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O presidente da agência, Cláudio Maierovitch, afirmou em Brasília que a decisão tem caráter preventivo. O assunto continuará sob análise. Na terça-feira, a Câmara Técnica de Medicamentos deve analisar medidas que poderão ser adotadas com outros antiinflamatórios de última geração e reavaliar a suspensão do Bextra.
    
Da Assessoria de Imprensa do Cremepe.
Com Informações do Jornal do Commercio.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Cremepe participa de solenidade da AMPE que celebra...

O presidente do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), Miguel Arcanjo...

Leia Mais

Cremepe e Simepe realizam nova reunião com gestão...

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) promoveu, na tarde desta...

Leia Mais

Cremepe participa da 2ª semana Nacional da Saúde

Na manhã desta quarta-feira (08/04), o coordenador do setor jurídico do Conselho...

Leia Mais

Miguel Arcanjo toma posse como novo presidente do...

O médico Miguel Arcanjo tomou posse, na noite desta quarta-feira (1º de...

Leia Mais

Cremepe prestigia palestra sobre a Saúde Mental da...

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) marcou presença, no dia...

Leia Mais

Cremepe se reúne com Simepe e direção do...

A vice-presidente do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), Claudia Beatriz...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94