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Médicos ameaçam retomar reembolso

Publicado em: 01/07/2005 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Os usuários de planos de saúde em Pernambuco podem ser surpreendidos com a volta do sistema de reembolso nos consultórios e clínicas médicas. Por essa sistemática, os consumidores pagam os honorários para serem atendidos e depois pedem o ressarcimento à operadora. Os médicos alegam o descumprimento do acordo feito com as empresas para a adoção da nova tabela de honorários médicos. Os cardiologistas e cirurgiões de cabeça e pescoço são as especialidades mais inquietas com o impasse e ameaçam começar o movimento. A novidade este ano é que o reembolso deve ser adotado para todos os tipos de planos, inclusive os de medicina de grupo, cooperativas e autogestão.
    
O assunto foi tratado ontem durante reunião na Comissão Estadual de Honorários Médicos. O vice-presidente do Sindicato dos Médicos (Simepe), Mário Lins, confirma o nível de insatisfação da categoria com o atraso na adoção da CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos). As empresas de medicina de grupo e de autogestão se comprometeram com um cronograma de implantação da nova tabela de honorários até junho. As seguradoras concordam com os princípios da CBHPM, mas discordam dos valores dos procedimentos contidos na tabela.
    
Cardiologistas – De acordo com o vice-presidente do Simepe, a movimentação começou com os cardiologistas, mas existem outras especialidades que já sinalizaram que podem retomar o sistema. Em abril de 2004, 13 especialidades médicas passaram a atender os usuários cobrando antecipado. Mas o movimento só atingiu aos usuários das seguradoras. Os contratos das demais empresas (medicina de grupo, autogestão, cooperativas) não preveêm a livre escolha com reembolso.
    
A coordenadora geral da Associação de Defesa dos Usuários de Planos de Saúde (Aduseps), Renê Patriota, diz que o movimento dos médicos é inoportuno. Segundo ela, a luta por uma tabela justa de honorários é legítima, mas os usuários não podem ser prejudicados.
    
“Os consumidores dos planos de saúde menores não tem como pagar antecipado. A lei não prevê o reembolso para todos os contratos”, destaca. No ano passado, a Aduseps entrou com duas ações na Justiça para garantir o atendimento de emergência cardiológica e ortopédica. A Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados (Fenaseg) não comenta a movimentação dos médicos.
     
Simepe avalia crise
    
O Simepe está convocando os médicos que prestam serviços à Master Plan Assistência à Saúde para uma assembléia amanhã, às 12h, no auditório do sindicato. O sindicato quer analisar a crise dos planos de saúde que estão sob intervenção da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Na reunião, o Simepe vai propor medidas jurídicas e preventivas que garantam o pagamento dos honorários aos profissionais credenciados a operadora, e que estão sem receber pelos atendimentos. Ontem, o Simepe e o Sindicato dos Hospitais receberam um ofício do Hospital Materno-Infantil de Olinda, pedindo orientação para receber uma dívida no valor de R$ 7.718,00 da Master Plan.
    
Além do Hospital Materno-Infantil, o Pronto Socorro Jorge de Medeiros apresentou ao Sindicato dos Hospitais (Sindhospe) uma fatura aberta no valor de R$ 30 mil e o Hospital Santa Cecília tem uma conta de R$ 12 mil a receber da Master Plan. O gerente de Marketing da empresa, Ricardo Almeida, diz que a empresa tem faturas a vencer dentro do prazo de pagamento. Segundo ele, todos os compromissos com fornecedores e prestadores de serviços serão honrados.
    
Almeida informa que a empresa se pronuncia hoje sobre o prazo que vence amanhã, estipulado pela Justiça, para que a operadora cumpra a determinação da ANS e repasse a sua carteira de 18 mil usuários. O gerente adianta que a empresa terá uma solução para o impasse com a ANS. A Agência aguarda o cumprimento do prazo concedido pela Justiça à Master. Caso a carteira não seja repassada, a ANS colocará edital de leilão na praça nos próximos dias.
    
O vice-presidente do Simepe, Mário Lins, diz que o sindicato quer preservar os seus associados e evitar o que aconteceu com a Admed. A operadora está em processo de liquidação desde o mês de abril e até hoje os prestadores de serviços, médicos, clínicas, laboratórios e hospitais não receberam. “Queremos adotar salvaguardas para preservar o interesse dos médicos”, afirma.
    
Da Assessoria de Imprensa do Cremepe.
     Com Informações do Diário de Pernambuco.

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