Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Doenças cardíacas afetam cada vez mais mulheres

Publicado em: 01/07/2005 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Estresse, hipertensão, menopausa e tabagismo são alguns fatores responsáveis pelo crescimento do número de infartos no público feminino.
    
As doenças cardiovasculares são, nos dias de hoje, uma preocupação mundial. Preveni-las tornou-se uma meta prioritária e permanente, tanto para homens quanto para as mulheres. Existem comprovações científicas do crescimento das doenças do coração no público feminino. Uma em cada dez mulheres americanas com idade de 45 a 64 anos tem alguma forma de doença cardíaca, e esta incidência cresce na proporção de uma para cada cinco mulheres após os 65 anos. Algumas mulheres têm mais “fatores de risco” para doenças cardiovasculares do que outras.
    
Esses fatores incluem hábitos ou características que predispõem ao desenvolvimento da doença cardíaca. Os principais são: hipertensão arterial, colesterol elevado no sangue, fumo, obesidade, vida sedentária, diabetes e estresse.
    
Assassina silenciosa – A hipertensão arterial tem sido associada a uma incidência aumentada de ataques cardíacos e derrames cerebrais. Estima-se que 20 % da população adulta apresenta pressão alta. Quando não está relacionada a outras condições como obesidade, tabagismo, altos níveis de colesterol ou diabetes, o risco de infarto do miocárdio e derrame cerebral multiplica-se várias vezes.
    
Em muitas pessoas, pode permanecer assintomática durante anos, por isso é chamada de “assassina silenciosa”. A Hipertensão tem origem familiar em aproximadamente 95 % dos indivíduos hipertensos e o tratamento consiste na diminuição de ingestão de sal, redução do peso corporal e medicamentos. Na maioria das pessoas, a pressão alta não tem cura, necessitando de um tratamento de manutenção por toda a vida, com o objetivo de evitar complicações graves.
    
TABAGISMO – O fumo é um dos piores inimigos para o coração da mulher. O vício está sempre ligado à maior incidência das doenças das artérias coronárias, com todas as suas complicações – angina de peito, infarto do miocárdio e morte súbita. O perigo aumenta de acordo com a quantidade de cigarros fumados e com o número de anos em que eles são consumidos.
     
O tabaco age sobre o coração através da nicotina e do monóxido de carbono. Acelera os batimentos. Contrai os vasos sanguíneos. Lesa o revestimento interno das artérias coronárias. Diminui o aproveitamento do oxigênio nos diversos tecidos do organismo, principalmente no próprio músculo cardíaco, e aumenta a coagulabilidade do sangue.
    
Colesterol – As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de mortalidade, de aposentadoria por invalidez e de licença temporária do trabalho – também entre a mulheres. A de maior incidência é a doença arterial coronariana, que se traduz pela insuficiência da irrigação sanguínea ao coração através das artérias coronárias.
    
O aumento dos níveis de colesterol causa a obstrução das artérias coronárias chamada de “aterosclerose”, levando ao aparecimento de angina de peito, infarto do miocárdio e morte súbita.
    
A vida moderna é responsável por trazer também o estresse ou tensão emocional ao dia-a-dia da mulher, que antes vivia apenas para os afazeres domésticos. Ele é resultante de situações de pressão e exigências no trabalho e nas relações com as pessoas. Para os indivíduos que têm “problema de coração” ou “pressão alta”, pode acontecer o agravamento da doença, dificultando o tratamento.
    
Outro problema que está se tornando quase uma “epidemia” mundial é a obesidade. Comprovadamente, a redução do peso provoca a diminuição dos níveis elevados de colesterol e pressão arterial. A obesidade é fator preponderante no aparecimento e progressão da aterosclerose e de todas as complicações cardiovasculares.
    
HORMÔNIOS E MENOPAUSA – A menopausa se caracteriza pela diminuição acentuada na produção dos hormônios sexuais – estrógeno e progesterona. Tal redução faz cessar a menstruação, predispõe ao aparecimento da osteoporose e aumenta o risco de doenças cardiovasculares.
    
Estudos demonstram redução de 50% no risco de doença cardíaca em mulheres na menopausa que tomam estrógenos (reposição hormonal). A combinação de estrógeno mais progesterona também tem efeito cardioprotetor semelhante ao estrógeno, quando usado isoladamente.
    
Da Assessoria de Imprensa do Cremepe.
Com Informações da Comunicativa.
Jornalista: Keila Vasconcelos.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Cremepe participa de encontro sobre saúde mental no...

Na noite desta quarta-feira (29/04), a 1ª vice-presidente do Conselho Regional de...

Leia Mais

Cremepe publica Balanço de Gestão 2023–2026 e apresenta...

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) disponibiliza, em seu portal,...

Leia Mais

Cremepe discute com Sesau cenário da rede materno-infantil...

Na manhã desta quinta-feira (23/04), o presidente do Conselho Regional de Medicina...

Leia Mais

Cremepe discute condições da urgência e emergência pediátrica...

Na tarde desta quarta-feira (22/04), a diretoria do Conselho Regional de Medicina...

Leia Mais

Cremepe promove 17º Curso de Atualização em Ética...

Atenção, médicos residentes! O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), por...

Leia Mais

Crise nas maternidades de alto risco é debatida...

O presidente do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), Miguel Arcanjo,...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94