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Dengue volta a aumentar no Estado

Publicado em: 01/08/2005 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Total de casos confirmados de janeiro a agosto já é 56% maior que o registrado no mesmo período de 2004.
    
Após dois anos registrando uma redução acentuada no número de casos de dengue, Pernambuco é um dos 19 estados brasileiros onde a doença começa novamente a emergir. De janeiro até a semana passada, quando foi divulgado o último boletim epidemiológico do Estado, os casos confirmados de infecção pelo vírus já chegavam a 1.596 – um aumento de 56% em comparação aos registros referentes ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e agosto de 2004, os dados oficiais da Secretaria Estadual de Saúde (SES) apontam 1.018 notificações de dengue confirmadas em todo o Estado.
    
Entre os municípios que apresentaram uma escalada mais acentuada na quantidade de casos estão o Recife, que já contabiliza 137 ocorrências já confirmadas este ano – 95 a mais do que foi registrado entre janeiro e agosto do ano passado – e Caruaru, cujas notificações – 297 desde o início de 2005 – já são quase o dobro das 161 efetuadas nos primeiros oito meses de 2004. O município, no Agreste, é também o campeão no número de casos em todo o Estado. Também chama a atenção a quantidade de doentes registrados no Interior. Só na 7ªGerência Regional de Saúde (Geres), que engloba 11 cidades do Sertão, são 293 casos, 269 dos quais concentrados nos municípios de Belém do São Francisco (50), Cedro (112) e Salgueiro (97).
    
Febre – No Recife, o bairro onde se registra a maior incidência de dengue é Dois Unidos, na Zona Norte, com 108 casos notificados e 14 confirmados. Não é difícil encontrar na localidade moradores que ainda estão se recuperando da doença. “Fui parar no hospital com febre e muita dor no corpo, na cabeça e nos olhos”, conta a dona de casa Dalva de Souza. Ela e a neta Gisele, que mora na mesma casa, além de dois dos seus filhos também residentes no bairro tiveram dengue recentemente. Apesar de também adotar a precaução, o estofador Jorge Ramos, morador de uma rua próxima, ainda sofre com os sintomas da doença. “Os agentes de saúde estiveram aqui e identificaram um foco em um canal aqui perto e foram embora, sem colocar o veneno”, afirma.
     
Para ogerente de atenção a doenças de veiculação hídrica e por vetores da SES, Francisco Duarte, esse aumento nos índices da dengue em Pernambuco não chega a ser preocupante. “Trata-se de um acréscimo discreto. Todas as doenças transmitidas por vetores estão sujeitas a estas variações por conta das oscilações climáticas. Quando se tem um período prolongado de estiagem, a tendência é de que os criadouros do mosquito Aedes aegypti diminuam, mas quando há a ocorrência de chuva e sol de forma intercalada, como vem acontecendo nos últimos meses, surge uma condição mais propícia à proliferação dos vetores”, explica.
    
Outro fator apontado por Duarte como facilitador para a disseminação da doença é a intermitência no abastecimento que vem se verificando em vários municípios. “A população tem que se virar como pode par armazenar água, e muitas vezes esses reservatórios se transformam em focos onde o mosquito se reproduz facilmente”, observa. Para o secretário de Saúde de Caruaru, Oscar Capistrano, o aspecto climático foi um dos fatores fundamentais na disseminação da doença na cidade. “O número elevado de casos também é resultado de uma vigilância epidemiológica eficiente”, diz. Em Caruaru, os bairro mais afetados até agora são o Salgado e a Cohab 3.
    
Contaminação sobe 29,9% no País
    
Embora bem longe dos 794.219 casos de dengue registrados no auge da epidemia enfrentada em 2002 no Brasil, o último boletim nacional da doença divulgado pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde observa um aumento acentuado nos registros da doença este ano em comparação com o mesmo período de 2004. De acordo com o informativo, de janeiro a maio de 2005 foram notificados 107.575 casos, um incremento de 29,9% em relação aos 79.674 registros efetuados nos cinco primeiros meses do ano passado.
     
De acordo com o documento, oito estados apresentam até agora uma redução no total de casos notificados, enquanto 19 mostram aumento neste índice. Apesar de seguir a tendência notada em toda a região Nordeste – onde sete dos nove estados mostram acréscimo de casos no comparativo feito entre 2004 e 2005 – Pernambuco foi a unidade da federação que apresentou a menor variação entre as demais da região. Enquanto no ano passado foram 3.994 notificações de casos suspeitos entre janeiro e maio, o mesmoperíodo de 2005 tem 5.352 registros.
     
Região Sul – Em termos percentuais, o maior aumento de casos foi aferido na região Sul, que apresentou uma variação de 183%. Em segundo lugar, vem a região Norte, cujo aumento nos registros de dengue chegou a 73,47%. A escalada verificada nas regiões Nordeste e Centro Oeste foi bastante semelhante – 51,45% e 51,38%, respectivamente. A única região que apresentou decréscimo foi o Sudeste, com um índice 26,6% menor do que em 2004. De todos os Estados, os que mais contabilizam notificações são a Bahia (12.039), Minas Gerais (11.792) e Goiás (11.391). Até agora, três dos quatro sorotipos existentes do vírus da dengue foram identificados circulando no Brasil.
     
Aggeu pesquisa vacina
    
Desde 2003, o Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, sediado em Pernambuco e vinculado à Fundação Oswaldo Cruz, está engajado em uma pesquisa para o desenvolvimento de uma vacina para o vírus da dengue. O estudo, levado à frente em conjunto com a Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e com o instituto de pesquisas Infocomm, de Singapura, já começou a apresentar suas primeiras conclusões.
    
O principal avanço até agora foi a descoberta de que a forma mais comum de diagnóstico da doença, o IgM e o IgG, não é de fato o exame mais eficaz. “O método PCR, ou reação em cadeia da polimerase, é o método ideal para a detecção da doença do primeiro ao quarto dia do início dos sintomas”, detalha o coordenador do projeto, o pesquisador Ernesto Marques Júnior. O exame, entretanto, não é realizado em laboratórios comerciais, o que pode estar dificultando a identificação do real número de casos da doença.
    
Voluntários – Para chegar a esta conclusão, foram analisadas 240 amostras de sangue de pacientes atendidos em dois hospitais particulares do Recife que se dispuseram a colaborar como voluntários. Desta conclusão inicial até o desenvolvimento de uma vacina segura e eficaz contra os quatro sorotipos da doença, no entanto, devem ser consumidos vários anos.
    
Para o pesquisador Ernesto Marques Júnior, o desenvolvimento de uma vacina capaz de oferecer imunidade contra a dengue deve favorecer mais da metade da população do planeta. Este é o universo estimado de pessoas que estarão vivendo em áreas endêmicas da doença nos próximos anos. Além disso, a vacina poderia evitar o adoecimento de 50 a 100 milhões de pessoas anualmente.
    
Da Assessoria de Imprensa do Cremepe.
Com Informações do Diário de Pernambuco.
Editoria de Vida Urbana.

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