Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Sem tratamento, pressão alta no pulmão pode matar

Publicado em: 01/09/2005 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Ainda sem uma causa bem definida na literatura médica, a hipertensão arterial pulmonar é uma doença grave, progressiva e que atinge principalmente mulheres entre 20 e 30 anos de idade.
    
Os primeiros sintomas –falta de ar e cansaço físico– são inespecíficos na maioria das vezes, o que dificulta e atrasa o diagnóstico da doença em até dois anos. Sem tratamento, estima-se que cerca de 50% dos pacientes morram em até três anos após o problema ser descoberto.
    
O termo hipertensão significa que a pressão em determinado sistema de vasos do corpo está aumentada. A hipertensão pulmonar é o aumento da pressão nos vasos do pulmão. A doença provoca uma obstrução progressiva dos vasos pulmonares, que ficam cada vez mais estreitos.
    
“Esse estreitamento faz com que o coração tenha de fazer muita força para que o sangue passe pelos pulmões. Isso leva a um quadro progressivo de insuficiência cardíaca e respiratória”, diz o pneumologista Rogério Souza, responsável pelo grupo de Hipertensão Pulmonar do Incor (Instituto do Coração) do Hospital das Clínicas de São Paulo.
    
Segundo a pneumologista Jaquelina Sonoe Ota Araraki, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), há duas formas de classificação da doença: idiopática, quando a causa é desconhecida, e secundária, quando a hipertensão surge como conseqüência de outras doenças, como esclerose sistêmica e esquistossomose.
    
O mecanismo da doença nos pulmões é semelhante ao da restrita ao coração –a chamada hipertensão arterial sistêmica.
    
A grande diferença entre a evolução das duas é que, no caso da doença no coração, o lado esquerdo do órgão consegue trabalhar com níveis de pressão mais elevados. Já o lado direito –parte que leva o sangue para os pulmões–, não sendo adaptado para pressões altas, entra em falência de forma muito mais rápida.
     
“Como os primeiros sintomas são facilmente confundidos com outros problemas, como sedentarismo ou asma, quando o paciente descobre a doença já está em estágio avançado”, diz Mauro Zamboni, presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia.
    
O acesso à terapia também é complicado. As drogas hoje disponíveis –bosentana (Tracleer) e citrato de sildenafila (Viagra, que acaba de ser aprovado com outro nome)– não estão na rede pública de saúde e, por isso, o paciente precisa recorrer à Justiça para recebê-las gratuitamente.
    
“O Tracleer bloqueia uma das substâncias que fecham os vasos, e o Viagra dilata os vasos. São caros, mas também a única forma de melhorar a qualidade de vida do doente. Não há cura, mas há tratamento”, afirma Souza.
    
Da Assessoria de Imprensa do Cremepe.
Com Informações de FERNANDA BASSETTE.
Da Folha de São Paulo.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Menina recebe coração novo

O segundo transplante de coração em crianças do Instituto Materno Infantil de...

Leia Mais

Evento visa combater obesidade em crianças

Brasília – O gráfico atualmente usado para acompanhar o peso e a...

Leia Mais

Anticoncepcional do homem tem efeito reversível

Fertilidade é restaurada em média 4 meses após suspensão do uso Um...

Leia Mais

Captura de aves dá início a estudo da...

Técnicos do Ministério da Agricultura começam hoje, na Coroa do Avião, em...

Leia Mais

Feira da Vida debate sobre a UTI

A Associação de Medicina Intensiva do Brasil (Amib) promove hoje, das 9h...

Leia Mais

Setores essenciais mantêm greve

Parte dos servidores decidiu voltar ao trabalho, mas os que cuidam de...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94