Publicado em: 18/10/2005 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.
A qualidade do sono é transmitida hereditariamente, segundo cientistas da Universidade de Lausanne, na Suíça, que identificaram pela primeira vez um gene relativo ao sono. A pesquisa será publicada na edição desta sexta-feira da revista “Science”.
O estudo liderado pelo professor Mehdi Tafti, do Centro de Integração do Genoma da Universidade de Lausanne, é o primeiro a identificar um gene do “sono normal”. Anteriormente, haviam sido identificados genes em determinadas doenças raras que causam distúrbios do sono.
Os pesquisadores também estabeleceram que a vitamina A influi na qualidade do sono, embora não tenha sido possível determinar se é o seu excesso ou sua falta que perturba o sono.
A equipe de cientistas estudou em ratos a atividade delta, que mede a profundidade do sono mediante um eletroencefalograma. No ser humano, esta atividade diminui com a idade, o que explica por que as crianças dormem profundamente e se recuperam durante o sono, enquanto em geral os idosos não dormem tão bem.
“Descobrimos que alguns ratos têm um sono estranho, pois lhes falta a atividade delta. Ao comparar seus genes com os de outros ratos, localizamos o gene responsável por esta diferença”, informou o professor Tafti.
Depois, este gene foi identificado como o do ácido retinóico, sobre o qual atua a vitamina A, presente em legumes amarelados e alaranjados, como a cenoura.
Os cientistas já sabiam que a vitamina A tem um papel importante no cérebro, sobretudo para a visão, mas também em algumas doenças nervosas, como a esquizofrenia. Estas enfermidades são acompanhadas de uma falta de atividade delta, disse o professor Tafti.
O estudo feito em ratos prova que o excesso de vitamina A é ruim para o sono, mas os cientistas ignoram as conseqüências da falta desta vitamina no organismo. “Nós não sabemos exatamente qual é a taxa necessária”, admitiu o pesquisador. Ele lembrou que a vitamina A pode ser tóxica, sobretudo para as mulheres grávidas.
Da Assessoria de Imprensa do Cremepe
Com Informações da agência France Presse, em Genebra.
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