Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Estudo mostra que médicos são alvos freqüentes de violência no trabalho

Publicado em: 07/06/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

A violência no trabalho é um problema crescente observado em todos os locais. Os hospitais, principalmente os serviços de urgência, onde os trabalhadores da equipe de saúde lidam diretamente com os pacientes, destacam-se por apresentarem atos de violência com freqüência, o que vêm prejudicando a assistência prestada às pessoas. Vários fatores podem interferir na violência ocupacional, tais como aspectos individuais dos trabalhadores, entre eles personalidade e formação; aspectos relacionados ao próprio ambiente de trabalho, como estratégia organizacional, recursos humanos, recursos materiais e sistema de comunicação; além de aspectos ligados à clientela atendida.

Nesse sentido, as pesquisadoras Eliane Cezar, da Universidade Norte do Paraná, e Maria Helena Marziale, da Universidade de São Paulo,resolveram caracterizar os problemas de violência ocupacional a que estão expostos os médicos e trabalhadores de enfermagem no serviço de urgência hospitalar e levantar os problemas de violência identificados pela gerência da equipe médica e de enfermagem.

O estudo foi conduzido no serviço de urgência de um hospital geral de 204 leitos em Londrina, no Paraná, com 33 trabalhadores de enfermagem (enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem) e 14 médicos, que atuavam no serviço no período de 20 de outubro a 15 de novembro de 2004. De acordo com artigo publicado nos Cadernos de Saúde Pública, “O expressivo número de trabalhadores do setor de saúde que são atingidos pela violência em diversos países chamou a atenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e de outras instituições que estabeleceram diretrizes para combater o medo, a humilhação, as agressões e os homicídios nos locais de trabalho”.

Os resultados mostram que 85,7% dos médicos, 100% dos enfermeiros, 88,9% dos técnicos em enfermagem e 88,2% dos auxiliares de enfermagem foram vítimas de violência ocupacional. As principais formas de violência citadas pelos médicos e pelos enfermeiros foram as agressões verbais, o roubo, a competição entre os colegas, o assédio sexual, as agressões físicas, o assédio moral, a discriminação social e os maus tratos. Eliane e Maria Helena destacam no artigo que os enfermeiros têm sido a principal vítima de violência nos locais de prestação de trabalho.

Em relação à identificação do agressor, as pesquisadoras observaram que o paciente é o principal agressor, seguido do acompanhante. “Na opinião da maioria dos profissionais, essa violência é motivada pelas precárias condições de atendimento ao público devido às péssimas condições de trabalho e à desigualdade social vigente no país”, afirmam no artigo.

Dessa forma, elas alertam para o fato de os trabalhadores estarem expostos a vários fatores de risco de violência ocupacional e não estarem preparados para lidar com eles. “Medidas devem ser implementadas para a prevenção de atos violentos, entre elas capacitar os trabalhadores para o enfrentamento de situações críticas e para a prevenção de atos violentos de pacientes, familiares ou da própria equipe de saúde; melhorar as condições de trabalho com número adequado de recursos humanos e materiais; instalar dispositivos de segurança, impedir a entrada de pessoas armadas no interior do serviço; contratar profissional de segurança para as portarias; melhorar acomodação para os pacientes e acompanhantes; informar o motivo da demora no atendimento; criar um protocolo sistemático de registro das formas de violência ocupacional; formar um comitê multidisciplinar; e implantar um programa de prevenção de violência para o hospital, baseado nas diretrizes da Organização Internacional do Trabalho e da Organização Mundial de Saúde”, afirmam as pesquisadoras no artigo.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações da Agência Notisa.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Cremepe tem novos nomes na diretoria

No dia 31 de março de 2006 o conselheiro Carlos Vital assume...

Leia Mais

Doação de órgãos é tema de palestra em...

Amanhã (29), às 10h30, profissionais da Central de Transplantes de Pernambuco(CTP) estarão...

Leia Mais

Médicos elegem nova diretoria

Em clima dos mais tranquilos, foi realizada nesta quinta e sexta-feira, das...

Leia Mais

Cremepe reivindica saída de militares do IML

27/03/2006 09h44 Do JC on Line. Terminou agora a pouco a reunião...

Leia Mais

II Seminário Nacional de Integração Médico/Mídia será em...

A Federação Nacional dos Médicos (FENAM) realiza, nos dias 4 e 5...

Leia Mais

Congresso Brasileiro de Retina e Vítreo será em...

Regeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) e Deslocamento de Retina estão entre...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94