Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Campanha vai premiar convênios que reduzirem taxa

Publicado em: 03/08/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

80% de todos os partos feitos por operadoras de saúde no país são desse tipo

Uma campanha nacional de apoio ao parto normal com a participação de atrizes globais e a implantação de programas de premiação às operadoras de saúde e de qualificação médica são as estratégias do governo federal para reverter a alta taxa de cesáreas no país -na rede privada, a maior do mundo.

Por ano, ocorrem no Brasil em média 2,553 milhões de nascimentos. Desses, 88% são atendidos pelo SUS, que apresenta uma taxa de 28% de cesáreas. Os demais nascimentos ocorrem no setor suplementar de saúde, que tem hoje um índice de cesarianas de 80%.

Segundo Alzira de Oliveira Jorge, secretária-executiva da ANS (Agência Nacional de Saúde), a campanha deve ir ao ar em janeiro. O programa de premiação já está valendo.

As operadoras são avaliadas em cinco áreas: atenção à saúde, desempenho econômico e financeiro, operacionalidade e satisfação do usuário. A redução de cesáreas será um dos itens da atenção à saúde, que responde por 50% da avaliação.

Operadoras que apresentarem redução na taxa de cesáreas ganharão pontos que vão de zero a um, que se somarão à pontuação dos outros itens. No final, a relação de instituições e sua pontuação geral serão divulgadas ao público.

Para ela, medidas punitivas tendem a não surtir efeito. “É um problema cultural que envolve as maternidades, os médicos e as mulheres. É preciso um trabalho de formiguinha para mudar essa realidade.”

Ministério Público

A ONG Parto do Princípio, de defesa ao parto normal, ingressou com uma ação civil no Ministério Público Federal de São Paulo em que acusa os médicos de corporativismo e a ANS de omissão na regulamentação e fiscalização do sistema de atendimento ao parto no setor de saúde suplementar.

Entre as propostas da ação, estão o aumento dos valores pagos aos médicos pelos convênios para os partos normais, a diminuição dos valores pagos por cesarianas e o credenciamento de enfermeiros obstetras para realizar partos.

“Não há justificativa que explique por que na rede pública de saúde o índice de cesáreas não chega a 30% e no sistema suplementar é quase 80%. Do jeito que o sistema está montado hoje, com obstetra sozinho, sem equipe, sem parteira, não conseguiremos aumentar o índice de parto normal”, diz o ginecologista Anibal Faúndes, da Unicamp.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Com Informações da Folha de São Paulo. Repórter: CLÁUDIA COLLUCCI.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Ruas do Recife serão preparadas para deficientes

Ações serão concentradas nas avenidas Conde da Boa Vista, Guararapes e quadra...

Leia Mais

Transplante será incentivado em show

A Associação Pernambucana de Apoio aos Doentes de Fígado (Apaf) está comemorando...

Leia Mais

Presidente do Imip lança livro

O presidente do IMIP, Bertoldo Kruse, lançará amanhã, dia10 de agosto, às...

Leia Mais

Imip receberá verba para pesquisa

O Instituto Materno Infantil Professor Fernando Figueira (Imip) foi uma das 14...

Leia Mais

Grupo norte-americano quer recompor fauna da Era do...

Recriar os dinossauros numa ilha remota do Caribe, por enquanto, é terreno...

Leia Mais

Campanha contra o sarampo é intensificada no Recife

A Gerência de Epidemiologia da Secretaria Estadual de Saúde (SES), em parceria...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94