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Escrita ilegível é tema de audiência pública

Publicado em: 09/08/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

A dificuldade enfrentada pela maioria dos pacientes na hora de ler as receitas médicas, por conta da escrita ilegível, foi discutida, ontem pela manhã, em audiência pública, na Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe). O evento foi promovido pela Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Casa, a pedido do deputado Izaías Régis (PTB), autor do Projeto de Lei n° 1350/06, que obriga a expedição de receitas médicas legíveis no Estado.

De acordo com ele, o objetivo é melhorar a relação do paciente com o profissional, além de proteger a população na hora da compra de medicamentos. “Muitas vezes, o paciente não entende o que está escrito e, por isso, fica vulnerável a interesses de má-fé da pessoa que está vendendo”, afirmou o parlamentar. Para o presidente do Sindicato do Médicos de Pernambuco, Mário Lins, que esteve presente à reunião, o que tem que ser observado não é a letra do profissional, e sim as condições em que ele trabalha.

“Os médicos são submetidos a cargas desumanas de trabalho como, por exemplo, atender 200 pacientes num plantão de 12 horas, no sistema público de saúde. Na rede particular, também há cargas excessivas, pois os profissionais estão, quase sempre, vinculados às operadoras de planos. Isso dificulta a relação médico/paciente”, destacou Lins. Izaías Régis informou que o projeto será modificado de acordo com sugestões da classe médica. “Queremos achar uma solução em conjunto com os profissionais. Vamos aguardar as propostas da categoria para poder mandar a matéria para votação na primeira comissão”, disse.

Veja matéria relacionada:
http://portal.cremepe.org.br/publicacoes_clipping_ler.php?cd_clipping=3973

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações da Folha de Pernambuco.

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Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

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