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Médicos podem pedir demissão coletiva

Publicado em: 30/08/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

Pelo menos 25 médicos vinculados à Prefeitura de Olinda ameaçam pedir demissão coletiva nos próximos dias. Os profissionais, em campanha salarial, estão insatisfeitos com as propostas da administração municipal e com as condições de trabalho. As cartas de demissão foram entregues ao Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) e, caso não haja acordo, os profissionais deixam os seus cargos.

Segundo o presidente do Simepe, Mário Fernando Lins, grande parte dos 200 médicos concursados e contratados está disposta a seguir o mesmo caminho. Para evitar um eventual colapso na rede pública do município, a entidade pretende lançar hoje uma campanha com panfletos, outdoors e anúncios nos jornais para alertar a sociedade sobre a situação.

“Queremos sensibilizar os gestores, porque os médicos já deram suas cotas de sacrifício. As negociações vêm se estendendo desde setembro do ano passado e o impasse continua”, observa Mário. A principal reivindicação dos profissionais é a equiparação dos salários com os vencimentos pagos aos profissionais da rede estadual, atualmente em R$ 1.540,00, se considerar as gratificações. Atualmente, a categoria vinculada à Prefeitura de Olinda tem três faixas salariais cujos vencimentos básicos são de R$ 429,74, R$ 522,84 e R$ 622,71, o que é considerado uma distorção pelo sindicato.

Evasão – A baixa remuneração, segundo Mário, tem causado uma grande evasão de profissionais. Segundo ele, dos 16 neonatologistas aprovados no último concurso realizado pelo município, apenas seis continuam nas suas funções. Entre os obstetras, a situação é ainda pior: dos 26 nomeados, somente seis ainda trabalham nas unidades públicas da cidade.

A Secretaria de Saúde de Olinda, por meio da assessoria de imprensa do município, informou que ainda não recebeu do Simepe resposta à última contraproposta formulada pelo órgão e que por isso não pode se pronunciar oficialmente sobre o assunto. A prefeitura também garantiu que as negociações com os profissionais continuam abertas.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações do Diário de Pernambuco.

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