Publicado em: 08/10/2020 | Por: Joelli Azevedo
As informações do Conselho Federal de Medicina (CFM) dialogam com o relatório de Estatísticas Sanitárias 2020, da Organização Mundial da Saúde (OMS), que revelou que o Estado brasileiro tem uma participação aquém das suas necessidades no financiamento da rede pública. Os percentuais destinados pela União, Governos estaduais e prefeituras às despesas com ações e serviços na área, em especial no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), são insuficientes para atender a demanda e, mesmo somados, ficam bem abaixo do que é praticado em outras Nações com modelos assistenciais semelhantes ao SUS.

Apesar de diferenças metodológicas, segundo os cálculos mais recentes da OMS, com base no orçamento de 2017, o gasto público em saúde no País alcançava US$ 389 por pessoa. No Reino Unido, comumente citado pelos gestores brasileiros como exemplo de sistema universal a ser seguido, o investimento público per capita em saúde foi quase dez vezes o valor aplicado por aqui: US$ 3.064.
Em outros países de sistema universal de saúde, a regra é a mesma. França (US$ 3.376), Canadá (US$ 3.505), Espanha (US$ 1.770) e Argentina (US$ 959) aplicaram mais que o Brasil. Dentre as Nações, com modelos públicos de atendimento de acesso universal, o Brasil também aparece com a menor participação do Estado nas contas da saúde: apenas 41,9% do gasto total tem como origem os cofres públicos.
O restante foi gasto pelas das famílias, com serviços de saúde privados (incluindo planos de saúde) e compra direta de medicamentos. Nesses mesmos países, a participação pública no gasto total em saúde variou entre 70,6% (Espanha) e 79,4% (Reino Unido).
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