A reunião entre o vice-presidente do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), André Dubeux, e a presidente da Esem, Helena Carneiro Leão, com os diretores do Hospital da Polícia Militar, na última sexta-feira (03), teve como objetivo definir um prazo para que as irrugularidades encontradas na Maternidade pela fiscalização do Conselho sejam sanadas.
Segundo o diretor do hospital, Gilberto Pagnossin, “o Estado vem atravessando uma grave crise econômica com forte impacto na assistência médica”. A Maternidade realiza em média 70 atendimentos por mês, dos quais 12 a 13 são ocorrências obstétricas. “O número, considerado baixo, não implica em oferecer uma assistência inadequada”, afirmou Dubeux.
Por isso, a Maternidade terá até o fim de setembro para solucionar os problemas. “O funcionamento adequado é muito importante para toda a corporação”, corroborou a chefe da Maternidade, Maria do Carmo Monteiro.







