Pesquisar
Agendar Atendimento

Serviços

ver todos

Entidades médicas manifestam repúdio a comentários do ministro da Saúde

As Sociedades Brasileiras de Ortopedia (SBOT) e Pediatria (SBP), além da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) expressaram repúdio e revolta com os comentários do ministro da Saúde, Ricardo Barros, quinta-feira (13), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). As declarações vêm ao encontro da nota aos médicos e à sociedade, divulgada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), após os comentários do ministro Ricardo Barros.
Na manifestação da SBOT, a entidade médica destaca o questionamento de um ortopedista indignado com a declaração do ministro: “será que fingimos que trabalhamos quando somos acordados de madrugada e entramos em uma cirurgia de um politraumatizado com fratura exposta grau 3 de tíbia, fratura pélvica com disjunção de sínfise e hemorragia retroperitoneal”, pergunta o médico.
Também os pediatras brasileiros manifestaram indignação com a afirmação do ministro e cobraram providências para os problemas na Saúde. As associações da Ginecologias e Obstetrícia lamentaram a falta de visão e sensibilidade social do principal gestor federal da rede pública.Já a Associação de Alergia e Imunologia se dispôs a “discutir, planejar e construir em conjunto estratégias para a implantação e implementação de ações de prevenção e assistência para pacientes com doenças alérgicas e imunodeficiências nos níveis de atenção primária, secundária e terciária”, declarou a entidade.
As manifestações das entidades médicas estão acessíveis nas manchetes abaixo:

Febrasgo publica nota de repúdio à declaração do ministro da Saúde

Pediatras manifestam revolta com comentários do ministro da Saúde e apontam equívocos da gestão do SUS

Sociedade de Ortopedia se une ao CFM e à AMB para repudiar fala do ministro da Saúde

Considerações da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia sobre o pronunciamento do ministro da saúde

Acesse aqui a nota aprovada pelo CFM e pela AMB em que as entidades rebatem comentários pejorativos e ressaltam a verdade sobre a gestão do SUS.