Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Acesse o site do seu regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins
Selecione a Regional
Acesse o site do seu regional
Federal
Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraná
Paraíba
Pará
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
Santa Catarina
Sergipe
São Paulo
Tocantins

Esquistossomose: 200 mi de doentes

Publicado em: 30/08/2006 | Por: Lourival Quirino da Silva Jr.

No mundo, a esquistossomose afeta 200 milhões de pessoas, um número maior que toda a população brasileira. As estimativas dão conta de mais de 200 mil mortes por ano. Dos dez milhões de indivíduos infectados em todo o Brasil, quase 80% são nordestinos. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) registrou, no ano passado, 19.155 casos de barriga d’água, como é popularmente conhecida. Até março deste ano, foram notificados 1.335 portadores da doença em Pernambuco. Endêmica, a esquistossomose é peculiar a determinadas regiões. Por essa razão, a SES, em parceria com o Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães (CPqAM) e o Instituto Oswaldo Cruz (IOC), realizou uma abordagem para avaliar a prevalência de Schistosoma mansoni, gênero do parasita que transmite o mal, nos 43 municípios da Zona da Mata pernambucana. O estudo demonstrou uma prevalência preocupante em 23 cidades, o que pediu medidas urgentes de prevenção, diagnóstico e tratamento.

A iniciativa faz parte do Programa de Apoio e Desenvolvimento da Zona da Mata de Pernambuco (Promata) e tem como objetivo conhecer a situação atual da região, no que concerne aos casos de esquistossomose. “Antes os dados eram muito pontuais, não eram confiáveis. Nosso intuito era conhecer esses municípios que historicamente sempre tiveram a doença”, explicou o gerente de Vigilância Ambiental da SES, Francisco Duarte. Das 11,2 mil crianças entre 7 e 14 anos pesquisadas, o verme fez-se presente em 14,4%, mas chegou a atingir um índice de 38,5%, por exemplo, em Escada. Segundo Duarte, o inquérito já foi apresentado às prefeituras para que os problemas sejam solucionados.

A idéia é oferecer a cada cidade uma estrutura suficientemente capaz de abrigar os doentes, para que eles não sejam obrigados a se deslocar até a capital para se curarem. “Já compramos os microscópios e capacitamos os laboratoristas. Está faltando apenas concluir a inclusão do Programa de Saúde da Família (PSF) no tratamento”, disse Francisco Duarte. A expectativa é que o modelo operacional para combater a esquistossomose seja concluído até o final deste ano. O grupo que realizou a pesquisa recomendou a priorização de medidas de controle da infecção nas escolas, conscientizando pais e alunos. “A esquistossomose é multifatorial, tem várias causas que interferem, como abastecimento de água, lixo, saneamento básico”, pontuou o gerente de Vigilância Ambiental. A intenção da Assembléia Mundial de Saúde é desverminar, até 2010, 75% das crianças infectadas em todo o mundo.

HISTÓRIA

A história da esquistossomose remonta às civilizações da Antigüidade Oriental, há mais de quatro mil anos. O que antes era uma doença rara tornou-se um problema endêmico com o desenvolvimento da agricultura. No Egito Antigo, as cheias do rio Nilo, ao passo que traziam a prosperidade, também proliferavam os caracóis, que são os hospedeiros intermediários do parasita que transmite o Schistosoma. Durante os trabalhos de irrigação, dos quais a maioria da população participava, o contato com os caramujos disseminou a doença entre os egípcios. O mesmo ocorria na Mesopotâmia, região situada entre os rios Tigre e Eufrates, no atual Oriente Médio, outra zona endêmica da esquistossomose. O parasita chegou ao Brasil, provavelmente, durante a época da colonização, com o tráfico de escravos, uma vez que a África é um continente onde a doença é endêmica em quase todo o território.

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe
Com informações da Folha de Pernambuco.

×
ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Voz, cuidado com a sua

Instrumento de trabalho para muitos, a voz requer cuidados especiais para não...

Leia Mais

Cremepe avalia a primeira etapa da Caravana

Caravana Cremepe, um projeto inédito criado pelo Conselho Regional de Medicina, teve...

Leia Mais

Venda de caldo de cana é normatizada

A Diretoria de Vigilância Sanitária de Santa Catarina divulgou ontem as normas...

Leia Mais

Médicos fazem assembléia para avaliar a implantação da...

Médicos de Minas Gerais se reúnem, na próxima quarta-feira (27/04), às 19h30,...

Leia Mais

Fundo dará garantia a plano de saúde

Medida tem como objetivo aumentar a liquidez do mercado e melhorar o...

Leia Mais

Fórum discute diretrizes clínicas em Brasília

A Associação Médica Brasileira (AMB), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e...

Leia Mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94

Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco Rua Conselheiro Portela, 203 - Espinheiro, Recife, PE, 52020-185
CNPJ 09.790.999/0001-94